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quatro de treta e um bebé!

"Não me digam que concordam comigo! Quando as pessoas concordam comigo, tenho sempre a impressão de que estou errado." – Oscar Wilde

quatro de treta e um bebé!

"Não me digam que concordam comigo! Quando as pessoas concordam comigo, tenho sempre a impressão de que estou errado." – Oscar Wilde

30
Ago18

Warner Bros. Studio Tour London - Harry Potter

quatro de treta e um bebé

Olá pessoas!

 

Hoje, venho falar-vos de uma das minhas (muitas) paixões. Tal como a M., há em mim, também a caminho dos 30, uma criança/adolescente que não me parece crescer.  

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O Harry Potter fez 21 anos e eu podia dizer que o acompanho desde o início, mas estaria a mentir.  Lembro-me de andar na escola e ter colegas a ler os livros. Lembro-me de quando saíram os filmes e de ver o primeiro. Lembro-me de ter ido ao cinema ver o Harry Potter e o cálice de fogo, mas ficamos por aí. Não me fascinava na altura, não entendia toda a curiosidade e sururu à volta dos filmes. Os livros, nem li, na época.

Já andava eu na faculdade, em 2011, quando sai o último filme do Harry Potter, decido ver os filmes todos de enfiada e, claro, apaixonei-me. Adorei todo aquele mundo, só queria, também eu, receber uma carta de Hogwarts, saber fazer magias, enfim, tudo aquilo que eu devia ter vivido quando andava no básico estava a viver com 20 anos.

A partir de então, fiquei sempre com o bichinho do Harry Potter e em 2016 pedi à minha amiga Cat (com quem já tinha partilhado o gosto pelos filmes) para me emprestar os livros, porque queria lê-los. Todos, ler os 7 livros de uma vez! (sabia que já pouco me lembrava dos filmes, e ler os livros seria especial) E pronto, os 7 livros foram lá para casa e, voltei a apaixonar-me, mais e mais, a cada livro que ia lendo. Porque aqueles livros são especiais, são tão bem escritos, com histórias tão bem pensadas, só dá vontade de ficar o dia inteiro a ler. E foi a meio da minha leitura dos livros do Harry Potter que, o ano passado, eu e três amigas, decidimos que este ano iríamos a Londres. E o que é que há em Londres? Isso mesmo, os estúdios do Harry Potter (eu sei que vocês não pensaram imediatamente nisto quando eu falei em Londres ahah). E como é que eu podia deixar passar a oportunidade de lá ir? Não podia. Por isso, no primeiro dia em Londres, rumámos aos tão famosos estúdios e a todo este mundo de magia.

Em primeiro lugar, como chegar aos Estudios? Pois bem, começámos por apanhar o metro para Euston (nós estávamos em Earl’s Court, pelo que apanhámos o metro de lá, mas é só apanhar o metro do sítio onde estiverem e pararem na estação Euston). Em Euston apanhámos o comboio rápido em direcção a Watford Junction, o que demorou mais ou menos 35 minutos (todas estas viagens, de metro e de comboio, nós pagamos com o Oyster – cartão pré-pago para viajar nos transportes públicos - saibam mais aqui). Em Watford Junction apanhámos o autocarro especial para o Parque do Harry Potter.

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O bilhete para este autocarro custou-nos 2,5£.

Aconselho-vos a comprar os bilhetes para o Parque antes de irem para Londres. Comprem no site e uma vez que é necessário marcar hora para a visita, façam as contas e marquem uma hora que seja confortável para vocês, já contando com os transportes até lá. Nós marcámos para as 16h. O preço do bilhete foi de 41£, o que dá aproximadamente 48€. Também não se esqueçam de alocar tempo suficiente para a visita, nós entramos pouco depois das 15 e só saímos já passava das 20h.

Logo quando chegamos, vamos à bilheteira trocar os bilhetes online por uns maravilhosos passaportes (que nós pensávamos que íamos ter que pedinchar, pois o que tínhamos lido em diversos blogs é que só ofereciam os passaportes às crianças!) e temos logo as peças de xadrez e várias capas de jornais na entrada exterior.

Entrámos nos Estudios propriamente ditos e começamos logo a ver placards dos filmes, fotos e somos levados por um corredor com frases de diversas personagens...

 

...Até chegarmos ao átrio principal onde se encontra um grande cálice de fogo e a loja dos estúdios.

(créditos destas duas fotos: https://www.instagram.com/susanacplima/)

 

Como ainda faltavam alguns minutos para as 16h, decidimos ir à loja, com calma, para ver tudo o que havia para ver e para comprar, assim, no fim da visita seria mais fácil saber o que queríamos. A loja é o mundo e eu tive pena que não me tivesse saído o euromilhões para poder trazer metade do que lá havia! As coisas são um bocadinho caras, pelo que, convém irem com essa ideia e se quiserem, dêem uma olhadela pela loja online, que já ficam com algumas ideias do que podem encontrar por lá e os preços.

Finalmente à hora marcada lá entramos para a nossa visita e não podia ser mais gira e mais mágica!

Primeiro somos recebidas numa sala escura, com vários monitores com as capas dos filmes de diversos países ao redor do mundo. Passamos para uma sala "género cinema" onde vemos um pequeno filme e eis que a visita pelos recantos de Hogwarts está prestes a começar… 

Curiosidade: Antes de abrirem a porta que dá acesso aos estúdios propriamente ditos, o funcionário que nos acompanha pergunta se alguém faz anos naquele dia! Se sim, dão a oportunidade ao aniversariante de ser ele a abrir a, majestosa, porta.

Et voilá, estamos na sala de jantar de Hogwarts.

Curiosidade nº 2: Na sala de jantar, encontra-se o cálice de fogo e é, quase como que, reencenada a cena do filme, em que o cálice cospe o nome do Harry Potter cá para fora! E imaginem, nós trouxemos o papelinho ‘queimado’ com o nome dele, tal como no filme!

Mas bem, não me querendo alongar demais, deixo-vos mais algumas fotos que fui tirando! Não esquecer que dentro dos estúdios podem provar a cerveja de manteiga que eles tanto bebem, podem entrar dentro do carro voador, podem simular um voo de vassoura e podem até chamar a vassoura para a vossa mão! “Up” e ela vai direitinha à nossa mão.Por lá encontramos o gabinete do Dumbledore, as roupas que foram usadas nos filmes, os retratos (o da dama gorda por exemplo), a sala da aula de poções, o quarto dos rapazes, a sala comum dos Gryffindor, o gabinete da Umbridge, a floresta proibida (onde se encontram as aranhas, em especial a Aragog, o Buckbeak) etc. Mas não pensem que os cenários são todos estáticos ou que a única coisa interactiva é o momento de conseguir fazer voar a vassoura, não, também temos a casa dos Weasel, onde muitas coisas acontecem; na floresta proibida temos todos aqueles sons estranhos, temos fumo... temos um bocadinho do que é estar em Hogwarts, do que é estar no mundo do Harry Potter...e que fã da saga não quereria vivenciar um bocadinho de toda aquela magia? 

 

Para quem gosta do Harry Potter é uma visita a não perder. Compensa o dinheiro pago pelo bilhete. Em certos momentos parece que estamos mesmo dentro do filme. Foi uma tarde muito bem passada e onde fui muito feliz.

 

 A viagem a Londres merece um post, daqui a uns tempos, com dicas, sítios onde ir, preços, fotos e toda a minha experiência por lá. Em breve, por aqui…até lá digam-nos se já foram aos Estúdios e se gostaram tanto como eu!

 

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crédito desta foto: https://www.instagram.com/susanacplima/

 

F.

27
Ago18

Eh Touro!

quatro de treta e um bebé

Imagem relacionada

Bem sei o quão polémico é aquilo sobre que escrevo.
Contudo, a alma de "poveirinha de gema" - embora emprestada - vibra com o espectáculo da tourada!!
Sim, adoro touradas!!!
Todos me questionam sobre tal e nas mais das vezes o olhar com que me fitam diz tudo e transparece a indignação que se lhes assola.
As interrogações são mais que muitas: "Como?", "Porquê?", "E não tens pena do touro?", "Consegues pagar para ver sofrer os animais?".
Respeito. Percebo a mensagem que me querem passar, penso sobre isso, mas concluo sempre da mesma forma: "gosto disto!".
É cultural! Costumo dizer a quem me questiona directamente que, apesar de tudo, encontro algum equilíbrio no espectáculo.
Após cada lide, também os forcados enfrentam o touro e arriscam a própria vida.

Dir-me-ão: mas esses escolhem fazê-lo, o touro não!
É verdade! No entanto não deixa de haver no mesmo espectáculo um equilíbrio nesse sentido. São tantas as pegas quantas as lides.
Todos os anos visito a praça da Póvoa de Varzim; uma vez, pelo menos. Mal sai o cartaz corro para comprar o meu bilhete.

Adoro as vestes, adoro os cavalos, adoro a melodia, adoro o espectáculo, as lides, as pegas, a vibração de quem assiste ao espectáculo ao vivo.
No entanto, permitam-me a cobardia:
Este amor é uma espécie de amor tímido. Gosto muito mas não tanto que se saiba. As pessoas julgam e julgam-me mal.
"Se gostas de touradas então"... e lá vem a quantidade de predicados (dos "bons"!).
Por aí alguém se junta a mim?

 

Com respeito,

S.

 

Espreitem, ainda:

https://www.facebook.com/tourada.cavalos/videos/112432569706624/

 

23
Ago18

Barriga vazia não conhece alegria #1

quatro de treta e um bebé

Olá pessoas!

 

Hoje trago-vos uma receita de panquecas, que costumo fazer ao pequeno almoço, super simples e mega deliciosa.

Não, não são panquecas “fit”, não, não são panquecas com aveia, nem com banana, nem sem gordura. São simplesmente panquecas, normais e deliciosas!

Se podemos adaptar a receita e torná-las mais saudáveis? Podemos. Faço-o diversas vezes, mas às vezes o que precisamos é mesmo de umas panquecas com farinha de trigo, com manteiga, com leite, com isso tudo. Mas, se não forem como eu, e não precisarem, podem sempre substituir os ingredientes por aqueles que vos parecer melhor. Não obstante, num outro post trarei algumas opções de panquecas mais saudáveis. Por aqui, há espaço para tudo.

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Vamos lá então.

 

Ingredientes:

20 g de açúcar

300 g de leite

1 ovo

45 g de manteiga

Uma pitada de sal

200 g de farinha (com fermento)

 

Modo de preparação:

Juntem tudo, batam, e voilá... É só pôr em pequenas colheradas numa frigideira antiaderente, sem qualquer gordura (se esta não pegar) ou com um bocadinho de manteiga (também podem pôr óleo de côco, o que preferirem).

Podemos bater num robot de cozinha, numa liquidificadora ou até com a varinha mágica. Eu ponho todos os ingredientes numa taça e bato com uma batedeira manual de varas. Não gosto de mexer muito as massas com farinha de trigo, de modo a que o glúten não seja tão activado e as panquecas fiquem mais fofas.

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A manteiga pode ser em barra e, se for, terá que ser amolecida no micro-ondas uns segundos. Se não, podem usar manteiga líquida que serve perfeitamente.

Eu gosto delas altinhas, fofas e com um tamanho médio, pelo que uso uma concha de sopa para medir a massa que ponho ao lume.

Assim que virem que a massa faz bolhinhas, está pronta a virar. Façam sempre em lume baixo, de forma a não queimar.

Gosto de servir apenas com mel ou com mel e frutas que tenha em casa. Mas podem usar outros toppings à escolha. Normalmente faço as panquecas ao domingo (dá +/- para 8 panquecas esta receita) e guardo-as no frigorífico durante a semana. De manhã é só por num prato, vai ao micro-ondas 20 segundos e estão prontas a comer. Aguentam bem os 5 dias da semana se estiverem no frigorífico.

 

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Experimentem e partilhem connosco no Instagram e no Facebook! Fico a espera do vosso feedback!

 

F.

20
Ago18

Ao querido namorado.

quatro de treta e um bebé

Ao longo de toda a nossa vida somos obrigados a abdicar de coisas. Desde cedo que os nossos pais, avós, pessoas adultas em geral, nos tentam ensinar isso. Ora não podes ir. Ora não podes comprar. Ora ou isto ou aquilo. Sempre vivi bem com isso. Bem! Se calhar nem sempre. Mas, pelo menos, não vivi mal o suficiente ao ponto de levar a birras memoráveis.

 

No básico, dizia que ia casar com um jogador de futebol. Viajar pelo mundo. Viver no verão durante os doze meses do ano. Ter uma casa enorme, com piscina, jardim, campo de jogos, e alguém que cuidasse dela por mim. Abdiquei disto por amor. Porque o amor era um zero à esquerda no futebol. Tão à esquerda que nem para a equipa B do FCPorto dava, quanto mais para ser titular no Âncora Praia.

 

Na faculdade, sonhava com a serenata à janela. Estudei em Coimbra, era o mínimo que podia ter feito. Contentei-me com um bombom Serenata de Amor. Afinal o amor é isso, não é? Ver os pequenos gestos como se fossem gestos gigantes (leiam isto com aquele tom que usam quando estão desiludidos e conformados ao mesmo tempo, porque é dessa forma que o estou a escrever).

 

Recentemente, decidi que quero ser pedida em casamento na Passagem de Ano, em Nova Iorque, com um anel de noivado estilo Kate Middleton.

E desta vez não há amor que resista. Como já li por aí, ou é assim ou então nem caso (e estou a escrever isto com ar de importante e nariz empinado, e é bom que isso fique claro para todos).

Já passei a informação às amigas. Elas sabem qual é o anel e onde se compra. Qualquer dúvida elas estão aptas para esclarecer.

A viagem compra-se numa agência qualquer de viagens, não sou esquisita.

Como sou uma pessoa prevenida, deixei dois dias de férias por marcar. Para "eventuais eventualidades".

O pedido de casamento é uma eventualidade não é?

Mas sem pressão! 

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M.

17
Ago18

Bom dia e boas séries #2

quatro de treta e um bebé

Pois é, somos mais do que uma viciadas em séries!

 

Claro que, à semelhança de tantas outras coisas, somos completamente diferentes, e por isso as séries que vamos sugerir vão ser sempre diferentes, imprevisíveis e surpreendentes.

Basicamente, há três tipos de séries que eu adoro, principalmente mas não exclusivamente, como este post vai deixar antever!

Em primeiro lugar, adoro séries criminais/policiais, cheias de mistério e de considerações sobre o comportamento humano criminal.

Adoro também séries de super-heróis, no geral, por todos os motivos que irei expor num post posterior dedicado exclusivamente ao tema!

Paralelamente, e num registo totalmente diferente, adoro séries de comédia, daquelas que nos levam sempre a uma boa gargalhada.

O meu post não tem a mesma organização do que o #1 (já vos disse que a F. é a organizada do grupo!), e traz simplesmente algumas das minhas séries favoritas, de antes e de agora, acabadas e por acabar, e que recomendo.

 

HOW I MET YOUR MOTHER

A minha série favorita de todos os tempos (sim, mesmo apesar da última temporada). De 2005 a 2014 acompanhei esta série assiduamente e, desde então, já revi todos os episódios pelo menos uma vez, ainda que a um ritmo muito mais esporádico.

Durante 9 anos senti quase que era parte daquele grupo de amigos que se reunia no MacLaren’s. Enquanto as personagens tentavam encontrar o seu rumo, eu própria fazia essa viagem de auto-descoberta e de procura de sonhos e objetivos. O último episódio marcou o fim de uma era e trouxe com ele um sentimento de perda. Não, a minha vida não tem propriamente a ver com a das personagens, apenas aquelas considerações genéricas que nos acontecem a todos: fazer amigos, afastar-se dos amigos, apaixonar-se, ter o coração partido, ter sonhos, duvidar do que verdadeiramente cremos, colocar tudo em causa, termos certezas, aprender, perder, ganhar.

Mas a verdade é que uma qualquer conexão fez com que aquela série fosse tendo um impacto regular na minha vida, e é também por isso que mais tarde lhe irei dedicar um post inteiro!

Mais informaçoes no IMDB

 

JESSICA JONES

Um aspeto que mais tarde ou mais cedo (foi mais cedo) ia acabar por partilhar, é que adoro super-heróis, anti-heróis, super-vilões, e em geral sou uma grande fã do género e do universo Marvel e DC, um universo que mais tarde quero explorar com vocês!

Jessica Jones é uma série Marvel lançada pela Netflix no final de 2015 e é uma das minhas favoritas do género. Não vos posso falar da sua proximidade com os comics originais, porque não os li, mas posso falar-vos da série, que é incrível. Jessica Jones, interpretada pela incrível Krysten Ritter, é uma Mulher extraordinária cujos poderes incluem super-força, super-resistência e uma excelente técnica de luta. Apesar de tudo isso, aparece-nos na série como uma detetive privada, “ex super-heroína”, de copo na mão, atormentada pelo passado e tão messed up como qualquer uma de nós, o que a torna uma das heroínas com quem é mais fácil nos relacionarmos. Sem certezas sobre quem é e sobre quem quer ser, acompanhamos a sua jornada de descoberta, a ambiguidade entre o bem e o mal e o que significa ser, afinal, um super-herói. Acresce que conta com um super-vilão espetacular, Killgrave (ou The Purple Man), capaz de controlar a mente e as ações daqueles que o rodeiam, divinalmente interpretado por David Tennant.

Mais informações no IMDB

 

LUCIFER

Outra série que acompanhei regularmente é Lucifer, a história do Diabo em Los Angeles. Porque é que aconselho esta série? Antes de mais, Tom Ellis representa a devilishly handsome Lucifer que domina o piano e se delicia desavergonhadamente com os seus vícios, que incluem um copo de álcool na mão e um ávido desejo sexual. É também uma das séries com a melhor banda sonora, com músicas recheadas de referências inteligentes e que acompanham os episódios na perfeição. Além disso, tem um poder incrível que é levar as pessoas a contar-lhe os seus desejos mais profundos ("tell me your  deepest desire"). Este ano, após três temporadas, a série foi cancelada. Os últimos episódios “mastigavam” já a relação entre as personagens principais e nota-se um final um pouco abrupto, mas continuava com pormenores que faziam com que valesse a pena ver. Espetacularmente e após um grande movimento dos fãs, a Netflix acabou por renovar a série para mais uma temporada!

Mais informações no IMDB

  

BABY DADDY

Passando para um género completamente diferente, Baby Daddy.

Um bartender solteiro de 20 e poucos anos é surpreendido quando uma ex-namorada deixa a filha de ambos à porta da sua casa.

É uma série leve, engraçada, que nos faz rir enquanto nos faz aproximar das personagens e acompanhar o seu crescimento. Com amigos engraçados, reações exageradas, ligações amorosas complicadas e uma família disfuncional à mistura, é uma série que promete divertir.

É daquelas séries que recomendo para aqueles dias “não”, que nos entretém, sendo humorística sem se tornar demasiado ridícula, com um enredo cujo desenvolvimento nos prende.

Mais informações no IMDB

  

MENTES CRIMINOSAS

Um dos clássicos das séries criminais, acompanha uma divisão do FBI dedica ao estudo da mente e do comportamento de criminosos.

O comportamento humano é um dos meus temas favoritos, de estudo, de cultura, de entretenimento e de conversa. A motivação de cada ação, a previsibilidade humana, a arte da manipulação, a doença mental, o poder da mente sobre o corpo, entre tanto outros aspetos. A mente humana, apesar de todo o avança científico, continua a ser a uma das maiores incógnitas e umas das mais interessantes áreas de investigação.

Apesar de se tratar apenas de uma série, com todas as falhas que eventualmente as teorias apresentadas possam ter, levanta o véu sobre esta temática tão interessante. Por outro lado, as personagens dos criminalistas são elas interessantes e convidativas, pelo que, sendo uma série em que cada episódio vale por si e tem a sua própria história, o enredo maior sobre aquela divisão e aquelas pessoas é ele próprio interessante. Acresce uma pequena particularidade que eu adoro, usa citações, umas mais conhecidas do que outras, sempre com referência de a quem pertencem.    

Mais informações no IMDB

 

 Por hoje é tudo! Partilhem connosco as vossas séries favoritas!

 

R.

14
Ago18

As tias da B.

quatro de treta e um bebé

São muitas, mais que muitas.
Umas "de gema" outras emprestadas ... mas todas igualmente queridas para nós e para a nossa B.
Mas há mais!! Há aquelas especiais que vos quero dar a conhecer.

Afáveis, brincalhonas, carinhosas, espevitadas, malandras, cheias de energia. As mais queridas.
São duas. Uma mais crescida que outra. Uma mais arisca que outra. E ambas um amor.
Têm 4 e 1 ano e 9 meses.
São minhas irmãs e, por isso, tias da B.
São lindas e uma perdição.
Por agora, derreto-me a vê -las juntas.
Quando estamos juntas não paro de registar o momento.

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A mais velha já dá colinho sozinha. Cobre-a, aconchegando-a (quase sufocando). Dá-lhe mimo, acalma- a dizendo "ponto, ponto, está aqui a Tia". Explica-lhe que ela não pode ir ao parque porque é pequenina. Esconde-lhe as coisas perigosas com medo que se magoe. Tão pequenina e tão protectora.

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A mais novinha esfrega-lhe as mãos todas na cara, quer dar beijinhos, abraços e fala imenso com ela. Grita "bebé, bebé" e não a deixa sossegada. Quer brincar com ela e espevitá-la. 

Não há coração que aguente este quadro tão bonito de tias e sobrinha que conta apenas com 1mês.
Estou certa de que tias e sobrinhas brincarão ainda muito. E sairão ainda mais (para meu desassossego).
Ao contrário de todos, o "só sais se fores com as tuas tias" não me trará o sossego que se impunha.
E acrescentarei, "liga ao vovô primeiro, para saber se as tias também vão a essa festa".

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Falta-me dar nota que nesta família moderna, ainda há uma avó de 33 anos. 

E um cunhado (pai da B.) que dá colo às cunhadas e as leva à praia, brinca com elas, leva-as ao parque, dá-lhes gomas e "pernas de pau".

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É assim que por cá o coração anda: preenchido e de sorriso permanente.

A seu tempo dar-vos-ei a conhecer a outra tia e madrinha da B., minha irmã de sangue. Essa mais crescida e mais velha que eu.

Está do outro lado do mundo mas perto porque quem manda é o coração.

 

S.

 

10
Ago18

EUROPEADE 2018 - Viseu, Cidade Europeia de Folclore

quatro de treta e um bebé

Olá pessoas!

 

Viseu é, em 2018, cidade europeia de folclore, e a EUROPEADE 2018 passou pela nossa cidade de 26 a 29 de Julho.

Muitos não sabem o que é, nem nunca ouviram falar. Eu também não sabia!

A EUROPEADE é um Festival de Folclore que, todos os anos, é feito numa cidade europeia diferente. O festival conta já com 55 edições e este ano, calhou a Viseu ser o anfitrião. Em 2017 foi realizado em Turku, na Finlândia, e no ano que vem (2019) será em Frankenberg (Eder), na Alemanha.

E se, antes de mais de 200 grupos chegarem à cidade, eu achava que nem íamos dar pelo Festival e que não seria nada de especial, logo na quarta-feira à noite, com a sessão de boas vindas à Europeade, dei-me conta que estava redondamente enganada.

 

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Foram 4 dias de puro “folk”, muito mais do que o nosso tradicional folclore português.

Assisti a dezenas de grupos, desde espanhóis, a romenos, finlandeses... grupos vindos da Letónia, da Estónia, da Alemanha, da Irlanda, entre outros. Grupos que trouxeram alegria, dança, música e línguas desconhecidas a esta cidade, o coração de Portugal. Grupos que trouxeram o que de melhor há na música e dança tradicional dos seus países. A cidade estava viva, estava cheia, estava contagiante e inebriante.

E se nunca fui uma pessoa que achasse especial piada ao nosso tradicional folclore, não pude, de todo, dizer o mesmo em relação à tradição de vários países europeus que por cá passaram. O Folclore é muito mais do que o ‘rancho’ que nós conhecemos, do que o vira. O folclore é tradição, é alegria, é cultura.

 

E que bom é aprender um bocadinho da cultura de outros países, na nossa cidade.

 

Além dos vários eventos de abertura e encerramento, Viseu teve durante 4 dias 10 palcos (im)prováveis. Eu andei por 8 desses palcos, mesmo no coração da cidade. E o que foram estes palcos (im)prováveis? Foram pequenos palcos improvisados, em vários locais da cidade, onde os mais de 200 grupos, ao longo do dia, puderam mostrar o seu “folk”. De meia em meia hora, cada palco tinha um grupo diferente, tinha uma música diferente. Por onde quer que andássemos, ouvíamos sempre música, risos, línguas que não conhecíamos.

Deixo-vos meia dúzia de vídeos (completamente amadores, com pouca qualidade e feitos com o telemóvel) que filmei, enquanto andava de palco (im)provável em palco (im)provável, a  desfrutar de um espetáculo que, dificilmente, ocorrerá por cá novamente.

 

 

 

Este, foi um evento que, não só promoveu a cultura de outros países, como aproximou gentes e gerações. Aproximou os viseenses, e todos os que passaram por Viseu, a uma nossa tradição muitas vezes menosprezada.

Promoveu, também, Viseu. Viseu, que é considerada uma das melhores cidades para se viver, não só no país, mas na Europa.

Que venham mais, que possamos continuar a receber, tão bem, aqueles que por aqui que passam. E que possamos aprender com eles, que possamos continuar a partilhar experiências, cultura, músicas e danças.

 

 

E para quem tiver interesse, fica aqui o link com informações sobre a EUROPEADE. https://www.europeade.eu/

2019 na Alemanha: https://www.europeade2019.de/index.php/start-en.html .

EUROPEADE em Viseu: http://europeadeviseu.pt/

 

E uma informação, que este ano a Feira de São Mateus, continuará com o "Viseu Folk" e receberá até 16 de Setembro 80 grupos grupos folclóricos, nacionais e internacionais. Mais informações aqui.

 

F.

06
Ago18

A caminho dos 30.

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Daqui a 3 meses faço 30 anos!

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Estou naquela fase da vida em que todas as conversas acabam da mesma forma: “Então, e

tu?”.
A Antonieta vai casar! #entãoetu? O Carlos vai ser pai! #entãoetu?
Alguémvaifazeralgumacoisaqueésupostotutambémfazeresumavezquesãodamesmaidade! Ou
pior... essa pessoa é mais nova que tu! #entãoetu?
Eu? Bem, eu, apesar dos meus 29 anos, ainda me encontro na fase da adolescência (ou pré-
adolescência, quiçá. E lá explico que em alguns casos isso “dá mais tarde”, como aconteceu
comigo). E ninguém na adolescência (ou pré) pensa em casar, ou ter filhos, ou o que seja que
as pessoas adultas pensam. E se acontece, todos dizem que não devia ter acontecido.
Não sou levada a sério depois de uma resposta destas. Tal como os adolescentes não são
levados a sério. Querem prova melhor que esta?
Socialmente não é aceitável que alguém com quase 30 anos, esteja na fase da adolescência. E
que nenhum adolescente seja Advogado. Sou um génio!!!!!
Vivo sozinha, em Lisboa, tenho emprego (consegui!) e suporto as minhas despesas (por incrível
que possa parecer fazer isso em Lisboa). Mas por favor não contem a nenhuma técnica da
segurança social. Arrisco-me a que instaurem um processo contra os meus pais por permitirem
que a filha adolecente se encontre nesta situação.
De qualquer forma, e analisando o percurso até então, livro-me, ao que tudo indica, que pelo
menos os meus pais não entrem com um processo contra mim por não sair de casa.
À parte isso, ser adolescente aos 29 anos tem as suas vantagens. Recordo-me, a título de
exemplo, que nunca vou fugir de casa a meio da noite porque os meus pais não me deixaram
sair – seria só ridiculo sair escondida a meio da noite da minha própria casa, onde vivo sozinha.
Por outro lado, também tem algumas desvantagens. Afinal, toda a gente espera que cresças
rápido, te tornes adulta e acabes por responder, o quanto antes, aos anseios de uma
sociedade que se encontra extremamente preocupada com a dimunição das taxas: de
natalidade, de casamentos realizados, de divórcios. As do IVA, IMI e SS não tem problema.
Só para mim, que apesar de adolescente, não me livro delas.

 

M.

02
Ago18

O início de algo incrível

quatro de treta e um bebé

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Quarto post e ainda estamos a falar sobre o início?


Pois é, mas não faria sentido para mim prosseguir sem levantar um pouco o véu sobre como surgiu este blog, deixando antever quem somos, enquanto pessoas e enquanto grupo.
 
Começando, sobre nós: somos quatro Mulheres (e uma bebé) de personalidade forte, quatro Advogadas, em quatro pontos de Portugal, com personalidades completamente distintas, unidas desde 2013. A F. é a organizada; tem quadros e tabelas para quase tudo, adora viajar, devora livros e séries, é uma sonhadora. A M. é a ambiciosa; disposta a lutar para alcançar os seus objetivos, arrisca, não desiste, adora uma boa festa, e ainda tem tempo para dar asas à sua criatividade. A S. é a mãe; é graças a ela que conhecemos hoje a B., é dedicada, preocupada, trabalhadora, não sabe como dar menos de cem por cento seja ao que (ou quem) for. Sobre mim? Essa parte vou deixar para as outras Mulheres!
 
Corria o ano de 2017 quando surgiu a ideia de criar um blog. Como? A verdade é que nem eu sei bem! Como quase qualquer grupo de Mulheres com um grupo de conversa, volta e meia pestanejo e fico com 500 mensagens por ler, o que inevitavelmente implica que alguns pormenores das conversas me escapam (muito poucos, juro!).
Sei que em julho de 2017, exatamente um ano antes da formalização da criação do blog, nasceu um grupo no whatsapp . A ideia já vinha sendo discutida, opiniões trocadas, concepções imaginadas. A ideia pairava no ar.
Nesta fase, já se tinha decidido pela criação do blog, e o ponto fulcral da discussão era o nome que lhe íamos atribuir, discussão essa que se prolongou por vários meses, e que passou por quase tudo, desde comida, a cores, bebidas, cafés, saladas de fruta, verde menta, sardinhas (nem imaginam os “ palavrões ” que já chamamos a esta ideia de blog)! Em paralelo, um sem fim de contemplações e cogitações sobre o nosso blog.
Até que um dia recebemos a feliz notícia de que o nosso grupo vai ganhar um quinto membro! E tudo muda.
De repente, já temos nome para o blog. De repente, já se começam a planear os primeiros posts. De repente, já o estamos a criar. E eis que o blog surge!
Na verdade, a história que eu tenho para contar é bastante curta. Como surgiu? Como se foi desenvolvendo? Quantos nomes chegaram a ser propostos? De quantos temas falámos? Com quantos posts fantasiámos? Sobre quantos pormenores divagámos? A verdade é que não vos sei dizer! Qual o rumo que o blog vai tomar? Quantos posts vai ter? Quantas visualizações vai alcançar? Até quando vai durar? Pois, também não vos sei dizer!
Talvez eu seja o membro com mais incertezas, sobre o blog, sobre o que escrever, sobre como o impulsionar, mas estas Mulheres não me deixariam ficar para trás, nem que eu quisesse.
 
Sei que o blog nasceu com a B.
Sei que as Mulheres que constituem este grupo são verdadeiras guerreiras, ambiciosas, lutadoras. Por mais irónico que pareça se pensarmos que o blog esteve em gestação durante um ano inteiro! Sim, as Mulheres que demoraram um ano a formalizar esta ideia, com muitas divagações pelo meio, são a razão pela qual eu vos posso garantir que isto , este blog, vai ser um sucesso.

 

R.

 

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