Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

quatro de treta e um bebé!

"Não me digam que concordam comigo! Quando as pessoas concordam comigo, tenho sempre a impressão de que estou errado." – Oscar Wilde

quatro de treta e um bebé!

"Não me digam que concordam comigo! Quando as pessoas concordam comigo, tenho sempre a impressão de que estou errado." – Oscar Wilde

31
Dez18

Querido 2019... acredita e entra com tudo!

quatro de treta e um bebé

Poderia estar a contar-vos que me encontrava sentada num banco qualquer do aeroporto, pronta a embarcar para Nova Iorque e que, ao que tudo indicava, a próxima vez que vos escrevesse contar-vos-ia que os meus desejos se tinham realizado. Mas não. Posso adiantar-vos já o fim. Não estou em Nova Iorque, nem vou embarcar nas próximas horas. Não verão fotos no instagram de Times Square, nem da minha mão com o anel e o hashtag #shesaidyes. Nem verão um sem fim de fotos românticas, pirosas e sem critério, que iria partilhar convosco, influenciada pelo momento.

 

Não sei bem quando é que esta ideia de ser pedida em casamento na passagem de ano em Nova Iorque surgiu. Mas, com certeza, não estava numa das minhas uvas passas na meia noite do dia 1 de janeiro de 2018. Pois bem, pelo sim, pelo não, estará, com toda a certeza, logo à noite, numa das minhas uvas passas da meia noite do primeiro dia de 2019. E quem sabe se o post que poderia estar a escrever hoje, não escrevo daqui a um ano. Podem incluir esse desejo numa das vossas uvas passas, se faz favor? Sempre ouvi dizer que a união faz a força.

 

Tenho uma amiga que no final de cada conversa cujo tema é “vida” me diz: “pensamento positivo, pensamento muitooo positivo que isso, por si só, atrai coisas positivas”. Efetivamente ela tem sempre razão: acreditar é o primeiro passo para que as coisas aconteçam. Por isso, a primeira resolução para 2019 é acreditar sempre!

 

Acreditar que o Benfica vai ser campeão no futebol e o Famões no voleibol. Que o meu treinador me vai deixar ser distribuidora, que vou visitar os 5 continentes, que me vai sair o euromilhões. Que vou a Nova Iorque no final do próximo ano.

 

Há uns anos escrevia que adorava resoluções de ano novo. E adoro. Não por acreditar verdadeiramente nelas (e se calhar é por isso que ainda não me saiu o euromilhões, apesar de todos os anos comer uma uva passa por ele), mas porque permitem que quem as faz feche um ciclo e inicie um novo. Logo, à meia noite, tudo o que aconteceu em 2018 fica ali. É como se fosse possível fragmentar a vida. Mais um ano que se inicia. Um Novo Ano onde tudo é possível. Como no ano anterior. Deixar de fumar, viver uma vida mais saudável, ser mais feliz, ajudar os outros, trabalhar mais (ou menos), começar a acreditar. Como no ano anterior.  Onde as pessoas se comprometem a tudo, como no ano anterior. Mas desta vez é diferente. Como no ano anterior. Não, porque este ano é "o ano"! Que seja. Como no ano anterior. Feliz 2019! Que entre com tudo. E acreditem!

O que fazer no ano novo em Nova York em 2018 Brook

M.

01
Nov18

O dia em que soubemos que íamos passar a ser cinco

quatro de treta e um bebé

Olá pessoas!

 

O dia em que soubemos que íamos passar a ser cinco, foi inesperado. Era uma semana perfeitamente normal onde, no nosso grupo do Whatsapp ,falávamos sobre tudo e sobre nada, quando a S. nos diz  “temos que nos encontrar, tenho algo para vos contar”. “Vá, quando podemos todas?” Pois bem… nós até podemos demorar semanas para encontrar um dia para estarmos juntas, mas quando a S. nos diz que tem uma coisa para contar, no domingo seguinte já toda a gente podia e marcávamos encontro para almoçar em Viseu. Como devem calcular nós pensámos logo em duas hipóteses, a S. vai casar! ou claro, a S. está grávida. Só que "a S. está grávida" era quase uma piada, o que nós tínhamos quase a certeza é que o T. a tinha pedido em casamento e ela ia contar-nos! Sempre vimos a S. a casar, não sei porquê, por isso a gravidez era, realmente, algo distante e um género de brincadeira que dava um certo mistério à coisa (já vos disse que tínhamos quase a certeza que o T. a tinha pedido em casamento não já?! Ahahah).

Chegámos ao restaurante, a S. estava um bocadinho atrasada, mas não havia problema, atrasos são normais. O restaurante ao domingo não aceita reservas e já sabíamos que iriamos ter que esperar por mesa. Depois de a S. e o T. chegarem, e enquanto esperávamos por mesa, divagámos e brincámos com a situação, ela não trazia o anel no dedo, mas isso também seria muito óbvio! Estava dentro da carteira (claro!) que ela não largava. A S. esteve o tempo todo só a rir, sem se descoser. A espera foi um bocadinho maior que o normal e estávamos sentadas (as quatro num sofá) e os 3, o T. o T. e o J. em pé quando a S. diz que vai à casa de banho (coitada, nós deviamos estar realmente muito chatas e deviamos estar tão ansiosas que ela teve piedade de nós!). Continuamos na conversa e mega ansiosas, como devem calcular. Ela sai da casa de banho e traz com ela um pequeno quadro, mas vira primeiro para os rapazes que fazem uma cara de ‘meu deus elas vão-se passar!! com um misto de, hm não estavamos a espera disto’ e, de repente a S. vira o quadro para nós e olhem só o que dizia: !!!

 

IMG_0466.JPG

  

Isso mesmo, Adoro-vos Tias! A S. não ia casar, a S. estava grávida e ia dar-nos um sobrinho ou uma sobrinha! Eu disse logo “estás a falar a sério?!” e corri para os braços dela, corremos as 3 e, claro, tivemos um género de histerismo colectivo! A S. ESTAVA GRÁVIDA! IAMOS SER TIAS! Não imaginam muito bem a nossa felicidade.

Lá nos contou porque é que chegou atrasada, teve que parar para vomitar pelo caminho, a B. já andava a fazer das dela. Enjoava muito e não lhe era muito fácil passar muito tempo bem-disposta. Passámos o resto do almoço a falar do bebé e de como ia ser tudo, como estava a ser, como soube, como contou ao T. e tudo o que podem imaginar sobre o assunto e nós babadas e ansiosíssimas de saber se era menino ou menina, ansiosas até de a ter já nos braços.

Falando por mim, era a minha primeira amiga grávida, eu ia ser tia do bebé de uma amiga pela primeira vez. Era um bocadinho estranho (ainda é!) como se não fosse bem verdade. Mas fiquei tão tão feliz, fiquei feliz e desde que soube da B. passei a adora-la mesmo sem a conhecer. E 3 meses depois de ela nascer (sim só três meses!), finalmente, conheci a nossa bebé, o nosso quinto elemento, a B.. E só vos posso dizer, ela é ADORÁVEL. Mas este dia fica para outro post.

 

F.

 

 

13
Set18

Primeiras impressões

quatro de treta e um bebé

Conhecemos uma pessoa nova, e agora?

 

É claro que as primeiras impressões importam.

Não vamos fingir que não, ou chamar-lhe de futilidades, nada disso! É uma mera reação natural a um evento da vida.

 

Conhecemos uma pessoa nova e o cérebro cria toda uma nova pasta para arquivar e processar as informações e sensações que os subcontratados sentidos captam.

 

Se forem como eu, e o vosso cérebro já costumar trabalhar a mil à hora, conhecer uma pessoa nova é uma festa: as sinapses disparam, atravessam-se triliões de pensamentos, inúmeros comentários impronunciáveis, a maior parte deles tão rapidamente que nem eu os entendo.

 

Não vamos fingir e dizer que não pestanejámos com combinação de verde alface com cor-de-rosa florescente, que não estranhámos a voz esganiçada que saí daquele homem de quase dois metros, ou que não nos sentimos intoxicados com o perfume intenso do senhor sentado ao nosso lado.

 

Não posso, com toda a verdade, afirmar que não imaginei que um outro corte de cabelo enquadraria melhor aquele tipo de cara, que não pensei que se tivesse aquele corpo adoraria vestir aquele vestido que vi outro dia, que não assumi que aqueles músculos se deveriam a muitas horas passadas no ginásio, que não pensei que, ainda assim, eu venceria se tivéssemos de, por algum motivo, lutar naquele momento, que não pensei que se fosse eu teria investido aquele dinheiro num dentista em vez de comprar uma t-shirt de marca, que não pensei no tempo que aquele senhor com certeza dedicará à sua barba, ou que não me lembrei instantaneamente da minha professora de infância por causa daquele perfume, porque há uma grande probabilidade de ter feito este ou qualquer outro tipo de comentário mental.

 

Não se trata de qualquer futilidade, simplesmente de um cérebro hiperativo e uma imaginação fértil que gostam de participar ativamente na minha vida.

 

E também não se trata de fazer julgar o livro pela capa, ainda que juízos de valor possam passar no meio de toda aquela confusão mental. E é natural que passem, não porque ache mais ou menos de uma pessoa com base na forma como ela se apresenta, mas porque a experiência me vai dando umas dicas sobre o que alguns sinais dizem sobre a personalidade de uma pessoa.

 

Pensam vocês: “mas quem és tu, uma indivídua de cabelo desgrenhado e escassa noção de estilo, olhos esbugalhados e péssima poker-face para achar isso tudo?”; respondo eu: uma indivídua de cabelo desgrenhado e escassa noção de estilo, olhos esbugalhados e péssima poker-face honesta! 

 

Diz quem sabe que demoramos menos de um minuto a formar a nossa primeira impressão. É aquele primeiro impacto, o primeiro embate, o primeiro olhar, som, cheiro, toque. Daí a importância do saber atrair, saber transmitir os traços que queremos, dominar a arte de, nas expressão da Tyra Banks, smize

 

Ainda que esta primeira impressão marque o tom do resto das primeiras interações, não é este o momento que considero mais marcante.

 

Mais marcante ainda são as primeiras impressões mais construídas.

 

São aquelas que decorrem, por exemplo, da primeira conversa ou dos primeiros cinco minutos que passamos com aquela pessoa que acabámos de conhecer. É aquele momento em que o nosso cérebro sente que já recolheu todas as informações necessárias para criar a imagem daquela pessoa, o seu avatar para colocar na pasta que já tinha criado, e então cruza os braços e afirma, de nariz empinado, “já te topei”.

Acredito que essa primeira imagem é muito marcante e essa, sim, dificilmente será desconstruída ou contrariada.

 

Imaginem isto das primeiras impressões como um sistema de pontos!

Após a primeira impressão imediata, o novo jogador é lançado no placard com os pontos que lhe foram atribuídos ao primeiro impacto, positivos ou negativos. A partir daí, há pormenores, palavras, expressões, cheiros, toques ou jeitos que vão dando ou retirando pontos. Quando chega ao momento em que aquela imagem fica assente, a pontuação com que a pessoa nova estiver é aquela que fica marcada. A partir daí, o sistema é o mesmo, mas já não é tão fácil obter pontos positivos ou negativos que façam mudar de forma determinante a pontuação da pessoa e, principalmente, torna-se bastante mais difícil para uma pessoa que tiver ficado com pontuação positiva perder pontos suficientes para passar a ter pontuação negativa, e o contrário.

 

Claro que a internet e o facto de muitos primeiros contactos serem feitos sem contacto físico muda algumas coisas, até porque se perde todo o efeito das hormonas libertadas e todas aquelas coisas químicas que acontecem ao nosso corpo e que são percecionados pela outra pessoa! Mas não vamos entrar por aí, porque isso é toda uma outra conversa.

 

Gosto de pensar que sou uma boa julgadora de carácter. Não é que me recuse a admitir que me enganei redondamente na imagem que tinha associado àquela pessoa, simplesmente isso não me costuma acontecer! Por isso, quando formo uma primeira ideia sobre a pessoa, costumo confiar na minha perceção. 

 

E vocês, identificam-se?

 

R.

 

06
Set18

Como conhecer pessoas novas quando temos mais de 25 anos

quatro de treta e um bebé

Tenho 26 anos (quase 27), uma relação estável, várias amizades de longos anos.

Não sou propriamente uma pessoa que tenha dificuldade em falar com pessoas, as más-línguas chamar-me-iam até tagarela, apesar de paradoxalmente ter bastante dificuldade em aproximar-me e baixar defesas.

 

Numa conversa recente, falava sobre a dificuldade de conhecer pessoas novas.

Não tenho qualquer interesse romântico em conhecer alguém. Contudo, tanto eu como o meu namorado já passamos, recentemente, por aqueles momentos em que olhamos à volta e pensamos “para onde foram todas aquelas pessoas que se chamavam amigos?!”.

Costumava ser tudo tão mais fácil quando alguém se encarregava de traçar o plano para a nossa vida… Ainda bebés, os nossos pais marcavam encontros com outros bebés. Já crianças, faziam o mesmo, mas já não achávamos tanta piada. Ainda assim, em creches, jardins-de-infância, escolas, sabíamos que tínhamos de passar aquelas horas juntos, no mesmo sítio, por isso lá acabávamos por ficar a conhecer bem aquelas pessoas. Na universidade, mais fácil ainda! Era só entrar pela universidade e lá estavam aquelas pessoas que costumávamos encontrar, um aceno ali, um abraço acolá, duas de treta aqui, e de repente parecíamos verdadeiros animais sociais.

Depois crescemos (pelo menos na teoria, não é M.?!). Temos menos tempo, menos paciência, mais obrigações.

No escritório, as pessoas do costume. No fim-de-semana, as pessoas do costume. No pouco tempo que sobra, queremos estar com aquelas pessoas, o namorado, a família, aqueles amigos que conhecemos tão bem e com quem finalmente conseguimos marcar um café.

 

Vamos lá pensar, quem foram as últimas pessoas com quem fizeram amizade?

Quanto a mim, recentemente, conheci pessoas na Ordem (Olá, meninas!) e no mestrado, mas isso já acabou. E agora?...

 

E reparem que tratando-se de conhecer parceiros românticos, o bicho-de-sete-cabeças multiplica-se.

Se fosse a referendo, éramos capazes de implementar o casamento arranjado, cem por cento de eficácia e zero por cento de preocupações em encontrar alguém, uffa! Reparem no sucesso de programas para conhecer pessoas (de novo, a maior parte parceiros românticos), The BachelorMarried At First Sight (que aparentemente vai chegar a Portugal), Next, Naked Attraction.

 

E a pergunta do milhão de euros é: Como conhecer novas pessoas?

A nossa geração responde logo Tinder! Para os mais desatentos, o Tinder é uma aplicação de encontros românticos, em que se “aprova” uma pessoa pela sua fotografia e, caso haja “aprovação” mútua, se inicia uma conversa. Problema? Além do problema óbvio se destinar apenas a interesses românticos (“mmm, com base nesta foto, acho que esta pessoa vai ser uma excelente companhia para aquela peça de teatro!”), não há como contornar o interesse sexual subjacente. Apesar de histórias de sucesso, de boa gente que se apaixonou e que têm uma relação estável com alguém que conheceram por esta via, deduzo que a esmagadora maioria consubstancia (apenas) uma noite de sucesso. Um Tinder para casais que procuram casais amigos, isso existe?! Nem vou falar do quão aborrecido é ter que explicar que sim, um homem e uma mulher podem, efetivamente, ser amigos, sem a parte do coloridos!

Já ouvi falar de aplicações para marcar jantares com desconhecidos, o que me parece uma ideia genial, como a Foodfriends, mas a verdade é que nunca a experimentei, nem sei como a usar, por isso, não sei se funciona!

Formações ou workshops? Problema, a maioria são pagas.

Saindo à noite? Certo, já conheci muito boa gente dessa forma. Claro que depois há o problema de ter que explicar que estamos na noite à procura de amigos, e, sei lá porquê, a maior parte das pessoas perde o interesse! Acresce que parece que a maior parte das pessoas da nossa idade acham que já passou o tempo de sair à noite, parece que deixou de fazer tanto sentido (certo, F.?! A M. sabe que ainda faz sentido, ainda que o corpo não aguente a mesma frequência!).

Amigos de amigos, sempre uma forte hipótese. Há o senão da pressão de tornar as coisas estranhas, quando eventualmente discutirmos, mas é uma das melhores opções para casos não românticos (ou românticos!).

Coloco um anúncio? Redes sociais (“olá, acho-te muito gira, queres trocar números?”)?

IMG_20180809_164200_812.jpg

Grupos de atividades! Aquele grupo de caminhadas, isso pode parecer interessante. Mas aí estou a criar amizade com uma pessoa que assumidamente gosta de caminhar (credo!).

Ginásio, desporto? Tem de haver uma maneira menos… suada!

Fiz o impensável, recorri ao Google! Claramente, não sou a única com esta interrogação! Desde artigos sobre se “é possível fazer amigos depois de certa idade” até “como encontrar o amor na vida adulta”, encontramos dicas que tornam tudo tão mais óbvio, como “sê sincera”! Ah, afinal é esse o truque... 

google.png

Novas opções e ideias vão surgindo, afinal, de tudo nasce um negócio! Aparentemente, tal como a aplicação que referi acima, existem já páginas e plataformas pensadas para este problema! A plataforma Portuguese Table permite a inscrição de anfitriões que se propõem a cozinhar e a receber um grupo de pessoas, estabelecendo o preço e menu das mesmas. Já a plataforma TastePlease permite a inscrição quer como anfitrião, quer como convidado, e ainda a organização de jantares de grupo com desconhecidos em restaurantes, como uma verdadeira rede social para jantares.

Outro conceito engraçado é o das mesas comunitárias, ou mesas comuns, que vemos surgir em vários restaurantes, como o Brick Clérigos: uma única mesa com vários lugares. Não há “mesa para um”, nem se escolhe quem é a pessoa que se vai sentar ao nosso lado. Diz-se que este conceito convida ao convívio, mais não seja pela vontade de provar aquele prato ou dividir aquela tábua. Ainda não experimentei, mas estou aberta a convites, fica a dica!

(por esta altura já devem ter percebido a ligeira obsessão pela comida 🙊)

 

Há quem o faça parecer fácil (“Have you met Ted?”). 

 

Mas a verdade é que, a partir de uma certa idade, fazer novas amizades parece mais difícil. Será que nos tornamos mais exigentes? Menos crédulos? É porque já nos magoaram demasiadas vezes? É porque nos fazem crer que já temos de ter tudo decidido? Dizia-me essa amiga que sentia que já tinha feito os amigos que tinha de fazer. Como se tivesse fechado a “época de transferências”, plantel fechado. Não acredito que funcione assim. Quero conhecer novas pessoas, que tragam algo de novo à minha vida, que me ofereçam uma perspectiva nova, que estimulem estes velhos neurónios.

 

Como? Ainda estou a investigar essa parte…

 

Há sugestões por aí?

 

R. 

02
Ago18

O início de algo incrível

quatro de treta e um bebé

IMG_20180802_111206.png

Quarto post e ainda estamos a falar sobre o início?


Pois é, mas não faria sentido para mim prosseguir sem levantar um pouco o véu sobre como surgiu este blog, deixando antever quem somos, enquanto pessoas e enquanto grupo.
 
Começando, sobre nós: somos quatro Mulheres (e uma bebé) de personalidade forte, quatro Advogadas, em quatro pontos de Portugal, com personalidades completamente distintas, unidas desde 2013. A F. é a organizada; tem quadros e tabelas para quase tudo, adora viajar, devora livros e séries, é uma sonhadora. A M. é a ambiciosa; disposta a lutar para alcançar os seus objetivos, arrisca, não desiste, adora uma boa festa, e ainda tem tempo para dar asas à sua criatividade. A S. é a mãe; é graças a ela que conhecemos hoje a B., é dedicada, preocupada, trabalhadora, não sabe como dar menos de cem por cento seja ao que (ou quem) for. Sobre mim? Essa parte vou deixar para as outras Mulheres!
 
Corria o ano de 2017 quando surgiu a ideia de criar um blog. Como? A verdade é que nem eu sei bem! Como quase qualquer grupo de Mulheres com um grupo de conversa, volta e meia pestanejo e fico com 500 mensagens por ler, o que inevitavelmente implica que alguns pormenores das conversas me escapam (muito poucos, juro!).
Sei que em julho de 2017, exatamente um ano antes da formalização da criação do blog, nasceu um grupo no whatsapp . A ideia já vinha sendo discutida, opiniões trocadas, concepções imaginadas. A ideia pairava no ar.
Nesta fase, já se tinha decidido pela criação do blog, e o ponto fulcral da discussão era o nome que lhe íamos atribuir, discussão essa que se prolongou por vários meses, e que passou por quase tudo, desde comida, a cores, bebidas, cafés, saladas de fruta, verde menta, sardinhas (nem imaginam os “ palavrões ” que já chamamos a esta ideia de blog)! Em paralelo, um sem fim de contemplações e cogitações sobre o nosso blog.
Até que um dia recebemos a feliz notícia de que o nosso grupo vai ganhar um quinto membro! E tudo muda.
De repente, já temos nome para o blog. De repente, já se começam a planear os primeiros posts. De repente, já o estamos a criar. E eis que o blog surge!
Na verdade, a história que eu tenho para contar é bastante curta. Como surgiu? Como se foi desenvolvendo? Quantos nomes chegaram a ser propostos? De quantos temas falámos? Com quantos posts fantasiámos? Sobre quantos pormenores divagámos? A verdade é que não vos sei dizer! Qual o rumo que o blog vai tomar? Quantos posts vai ter? Quantas visualizações vai alcançar? Até quando vai durar? Pois, também não vos sei dizer!
Talvez eu seja o membro com mais incertezas, sobre o blog, sobre o que escrever, sobre como o impulsionar, mas estas Mulheres não me deixariam ficar para trás, nem que eu quisesse.
 
Sei que o blog nasceu com a B.
Sei que as Mulheres que constituem este grupo são verdadeiras guerreiras, ambiciosas, lutadoras. Por mais irónico que pareça se pensarmos que o blog esteve em gestação durante um ano inteiro! Sim, as Mulheres que demoraram um ano a formalizar esta ideia, com muitas divagações pelo meio, são a razão pela qual eu vos posso garantir que isto , este blog, vai ser um sucesso.

 

R.

 

Sobre mim

foto do autor

Pesquisar

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D