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quatro de treta e um bebé!

"Não me digam que concordam comigo! Quando as pessoas concordam comigo, tenho sempre a impressão de que estou errado." – Oscar Wilde

quatro de treta e um bebé!

"Não me digam que concordam comigo! Quando as pessoas concordam comigo, tenho sempre a impressão de que estou errado." – Oscar Wilde

07
Mar19

Uma escapadela para... #1

quatro de treta e um bebé

COVILHÃ.

 

Há algo melhor do que uma boa escapadela para descansar e recarregar energias? Eu e o J. adoramos fugir durante uns dias, desconectar dos telemóveis, redes sociais, horários e pressões e, simplesmente, estar.

 

Quando escolhemos o nosso destino, costumamos ter em conta três fatores principais: a acessibilidade da localização (sendo uma escapadela, o tempo é para ser aproveitado no local, e procuramos não gastar mais na viagem do que na estadia em si); o preço (mais uma vez, é uma escapadela, sim, queremos aproveitar, mas se puder manter os dois rins agradeço, por isso há que estar atentos às promoções que vão surgindo); e, finalmente, a piscina (para fugir à realidade, a piscina é um must-have, interior e aquecida nas épocas de frio, e o jacuzzi é a cereja no topo de um belo bolo de relax). OK, admito, quatro fatores: o pequeno-almoço (estamos em Portugal, a maior parte dos nossos hotéis oferece pequenos almoços de sonho, e escapadela que é escapadela inclui o mítico “pequeno almoço de hotel”).

 

Esta escapadela aconteceu em outubro de 2017, em plena época trágica de incêndios, pelo que o caminho até lá foi marcado por estradas cortadas e nuvens de fumo aflitivas, que espalhavam o terror que se sentia um pouco por todo o país.

 

Escolhemos passar essa altura, a do aniversário do J., no Puralã - Wool Valley Hotel & SPA em Covilhã.

 

O Puralã é um hotel que preenche todos os nossos requisitos obrigatórios e que se distingue pelo seu conceito, que se identifica com a zona onde se insere e uma das suas produções identificativas: a lã.

 

Além de uma pequena zona de exposição, todo o hotel ostenta e enaltece a lã, assim como os quartos.

 

 

Como não poderia deixar de ser para a nossa escapadela ideal, o hotel oferece uma piscina interior aquecida bastante agradável, numa sala semi-envidraçada, e um pequeno jacuzzi.

 

 

O local dispõe também de um ginásio, que nós fazemos sempre questão de visitar, não vá ter qualquer tipo de efeito psicológico que magicamente equivalha ao exercício físico.

 

O hotel tem ainda um serviço de spa que, apesar de não termos aproveitado, não deixou de suscitar curiosidade quanto à massagem principal que é anunciada, uma massagem de corpo inteiro com a aplicação, através de lã, de um óleo quente biológico à base de azeite extra virgem da beira baixa.

 

Como de costume, enchemos a barriga com um bom pequeno almoço, que nos permite tornar o almoço uma refeição mais ligeira.

 

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O dia é dedicado inteiramente ao relaxamento e a aproveitar a companhia um do outro, bem como, claro, a piscina.

 

Ao jantar, seguimos a nossa intuição, também conhecida por gula, e tentámos sempre conhecer restaurantes da zona.

 

Assim foi também nesta escapadela (exceto no dia de anos do J., por o Benfica jogava para a Champions e quis o satírico destino que me apaixonasse por um benfiquista…).

 

Numa das noites, escolhemos por ir conhecer a Taberna a Laranjinha, talvez o restaurante mais aclamado na internet e nas redes sociais.

 

Apesar de o serviço de atendimento à mesa ter deixado algo a desejar, a comida compensou. Pelo que tínhamos lido na nossa pesquisa pela internet, encontramos a Taberna praticamente vazia, o que, a par do mau atendimento, estranhámos. Regozijamo-nos com algumas tapas, das quais são, manifestamente, de salientar, os cogumelos salteados e a chouriça assada.

 

 

Numa outra noite, experimentamos a pizzaria Mamma Mia. Gostámos do espaço, do preço baixo e da simpatia do atendimento à mesa, mas desgostámos da antipatia da chefe de cozinha, por algum motivo de que já não nos lembramos.

 

Desta vez, deduzo que a fome seria muita e, como ainda não havia um blog para o qual eventualmente iria escrever, a comida foi devorada na íntegra antes que qualquer fotografia fosse tirada.

 

A escapadela serviu o seu propósito, o de relaxar, estarmos juntos, apreciarmos a companhia um do outro, espairecer e recarregar baterias. No geral, gostámos bastante do hotel e de Covilhã, pelo que aconselhamos! 

 

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Partilhem as vossas dicas de escapadelas connosco!

 

Já a sonhar com a próxima piscina aquecida,

 

R.

 

24
Dez18

Feliz Natal! Merry Christmas! Feliz Navidad! Joyeux Noël!

quatro de treta e um bebé

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Hoje o post é das Quatro, para, em conjunto, desejar-vos um Feliz Natal!

Sabemos que o melhor desta época é esperar por ela, mas queremos que tenham uns dias muito felizes.


Por aqui há quem goste mais e menos do natal. Há quem tenha um natal mais triste porque alguém não está ou mais feliz porque alguém nasceu (primeiro natal da nossa B.! YAY), mas não nos esqueçamos que o natal mais do que os dias de natal, mais do que a época de natal, é o espírito de natal. E este não é os presentes, as compras ou as mesas mais ou menos cheias, é as pessoas e aqueles que temos à nossa volta, é o amor. Sim, parece um cliché, mas se pensarem bem ... não é assim de verdade?


Quanto a nós, somos gratas pelas nossas famílias, pelos nossos amigos e por aqueles amigos que já são família.

 

A vocês, desejamos que aproveitem estes dias para olhar à volta e encontrar a felicidade nas pequenas coisas.


E aproveitem o bacalhau, as couves, o peru, os sonhos, as rabanadas, o bolo rei, os chocolates e tudo aquilo que vai estar nas vossas mesas e que daqui a uns dias nas nossas ancas (inevitavelmente).


Há alguma tradição diferente do dito normal que tenham nas vossas casas/famílias? Se sim contem-nos! Queremos saber!

Um Feliz e Santo Natal para todos.


As quatro.

29
Nov18

Arouca e os Passadiços do Paiva

quatro de treta e um bebé

Passadiços do Paiva - Arouca  Natureza em Estado

Fonte: http://www.passadicosdopaiva.pt/

Arouca era uma vila pacata, no fim do mundo (na verdade é na cave do mundo), reduzida a uma rua a que chamam de avenida (não sei se chamam, mas quase que aposto!) e a um mosteiro. À volta disso é monte. E monte. E mais monte. Por lá, e depois de passar o enjoo da viagem (o qual não se consegue evitar com tanta curva e contracurva) conseguia-se comer uma das melhores carnes de vaca e saborear vários doces conventuais de deixar água na boca. Até que um dia, alguém astuto, decidiu alargar horizontes e criar um passadiço, que liga 3 praias fluviais ao longo do Rio Paiva, a que se deu o nome de "Passadiços do Paiva". E descobriu a galinha dos ovos de ouro.

 

Se valia a pena ir a Arouca pela carne e pelos doces, agora vale também pelos passadiços. E se der para juntar tudo, tanto melhor.

 

Aconselho, seriamente, a passar um dia lá. Chegar cedo. Fazer os 8 quilómetros do Passadiço. Ir almoçar a famosa carne de vaca arouquesa. Regressar aos passadiços. Fazer os 8 quilómetros em sentido contrário, para desgastar o almoço. E terminar o dia com o pão de ló de Arouca, os charutos ou as castanhas doces.

 

Fiz os "Passadiços do Paiva" há já alguns anos, mas continua a ser um destino atual. A ideia passava por um domingo diferente, entre amigos, com fotos, mergulhos e boa comida. Mas Arouca e os passadiços surpreenderam.

Partimos do Porto num domingo de manhã. O objetivo era estar em Arouca às 9h30, evitando assim a hora de maior calor. Levamos dois carros, para que fosse possível deixar um em cada ponta dos passadiços, podendo fazer o regresso ao ponto de partida de carro.

 

Como bons portugueses que somos chegamos a Arouca por volta as 11h.

 

Nota: Aconselho a chegar realmente cedo, porque fazer o percurso na hora de maior calor pode tornar-se insuportável, não permitindo usufruir verdadeiramente de tudo que os Passadiços tem para nos dar.

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Começamos o percurso na praia fluvial de Espiunca. As paisagens são fenomenais. Por esse motivo, demoramos cerca de uma hora a fazer menos de 3 km (a indicação dos km está ao longo de todo o percurso). Temos fotos de tudo, de cada esquina, de cada paisagem que nos cativou (e cativaram-nos todas).

Alertados pelas horas, e pelo calor que se fazia sentir, aceleramos passo até à Praia Fluvial do Vau.

Chegamos à ponte suspensa. E para esquecer as vertigens é colocar-nos no centro dela desfrutando da paisagem que nos permite contemplar.

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Ao longo do percurso podemos ver a Cascata das Aguieiras e a Garganta do Paiva. Subimos as escadas que ainda hoje não consigo qualificar.

Por fim, chegamos à Praia Fluvial de Areinho.

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Depois de um mergulho que "soube por vidas", seguimos caminho para o restaurante. Fomos à famosa carne arouquesa, que, uma vez mais, não desiludiu.

 

Nota: Não há fotos de comida, não consigo, é mais forte do que eu começar logo a comer. 

 

Após um almoço de domingo demorado, voltamos aos passadiços. Exatamente ao mesmo ponto onde tínhamos ficado.Mais uma vez como bons portugueses que somos, desfrutamos uma cesta e demos mais uns mergulhos na Praia Fluvial de Areinho.

Não estava nos planos fazer o percurso de volta a pé. Mas à ultima hora decidimos que assim seria. Fizemos o caminho de volta já com o pôr do sol. E se o percurso com plena luz do sol é lindo, com o pôr do sol ganha ainda mais beleza.

Atualmente, trabalham na construção de uma outra ponte suspensa - envidraçada. Voltarei, com toda a certeza, assim que a ponte estiver aberta ao publico.

M.

 

P.S. Para quem estiver a pensar fazer o percurso, relembro que hoje é necessário fazer reserva, e tem um custo de 1€/pessoa.

06
Nov18

Quem tem uma bimby, tem tudo!

quatro de treta e um bebé

Confesso que não estava nada convencida com a tão famosa e reconhecida Bimby.
Já tinha ouvido falar mas achava um desperdício gastar 1.000,00€ numa máquina - promissora, é certo - mas uma máquina!
Contudo e, não obstante a minha firme posição, eis que o T., num belo dia, decide marcar uma demonstração com uma agente da marca.
Telefona-me, estava eu a trabalhar, a perguntar se dava para a Lara ir, naquele dia, lá a casa. Questionei: "Lara? Quem é essa?" Respondeu-me, "é por causa da Bimby!".
Não o desiludi e aceitei o desafio.
A senhora, no dia agendado, por volta das 19h30,entra lá em casa carregadíssima com a tralha toda.
Apresentámo- nos e, logo, começamos a aventura na cozinha... com o T. ao comando de tudo, claro!

Desde já vos digo que o T. nunca mexeu um dedinho que fosse.  A única coisa que sabia fazer era ferver água e pôr um aroma qualquer lá para dentro e voilá, tínhamos chá!
De vez em quando, caprichava e lá saía uma tosta mista 5***.
De resto, mais nada!!!!!


Sucedeu que, no dia da demonstração e, no decurso da mesma, eu própria já estava super entusiasmada. Uma bola de carne de entrada, óptima; gelado feito na hora com fruta que tínhamos por casa; bacalhau espiritual; e um refresco muito saboroso. Tudo divinal.
Perguntam vocês: Convencida S.? Neste momento estava quase!!
O jantar ficou pronto e chegou a hora da "amiga Lara" se despedir para nos deixar a apreciar o que o chefe T. havia feito. E, espantem-se, quando a alerto de que se esquecia de uma caixa no chão, próxima da saída, eis que me surpreende com um “é sua”!

Respondi: "como assim, minha?"
Atrás de mim estava o T. com cara de caso a apreciar tudo isto e a rir baixinho.
Na altura não fiquei assim super entusiasmada mas hoje estou completamente rendida por uma razão simples - não  só pela Bimby - mas pelo cozinheiro que ela fez do T.. Excelente!

Faz o melhor risotto de sempre.
A melhor tarde de amêndoa.
A melhor mousse de chocolate branco.
O melhor cheesecake.
O melhor pão com chouriço.

A melhor pizza.

As melhores gomas.

(o melhor caril não, o meu é muito melhor!!)


E podia estar aqui a enunciar mais, mas como ele também lê isto, o melhor é não gabar demasiado.
De facto, a Bimby conseguiu com que o T. gostasse da cozinha e fizesse tudo com gosto. Eu? Agradeço imenso e não me importei nada com a demissão do meu cargo na cozinha!! Pecou por não ser mais cedo.
Alguém desse lado é fã da Bimby?

Aqui deixo um cheirinho "amador" das iguarias do T. e da sua amante Bimby bem como o link para os interessados que ainda não a tenham adquirido:

(https://bimby.vorwerk.pt/bimby/)

Vão partilhando connosco as vossas receitas e delícias na cozinha.

Bons cozinhados e Bom apetite,

 

S.

 

11
Out18

As melhores hamburguerias do Porto

quatro de treta e um bebé

Comer: sem dúvida, um dos meus passatempos favoritos!

 

Adoro comer. Durante todo o dia, há uma parte do meu cérebro cuja única ocupação é pensar em comida; o que comi, se já serão horas de lanchar, o que será que vou jantar, quando é que posso planear ir àquele restaurante.

Sorte a minha, o J. gosta tanto de comer quanto eu, pelo que a nossa ideia de um date perfeito tem sempre o mesmo ponto de partida: “e o que é que vamos comer?”.

Na verdade, já vos vim adiantando a minha obsessão por comida, pelo que isto não será propriamente uma surpresa! E, da mesma forma que adoro comer, adoro falar sobre comida e partilhar comida (excepto aquele último pedacinho; dar o último pedaço, a última fatia, ou, no cúmulo, aquele bocadinho que tínhamos guardado na ponta do prato para comer no final, é, sem dúvida, uma das maiores provas de amor possíveis!).

Sou assumidamente carnívora! Vou, contudo, tentar ter em atenção opções alternativas. A verdade é que não sou grande fã de pratos vegetarianos, que, normalmente, são acompanhados por coisas mais ou menos esquisitas (acho que é este o termo técnico) – vá, atirem-me lá com tomates e chamem-me ignorante, mas preferia que me indicassem bons pratos para mudar de opinião!

Sucede que, apesar de adorar comida, não gosto assim tanto de experimentar coisas novas (nem como se não souber o que é) e sou um pouco “esquisitinha” (a minha mãe e o J. estão a abanar fervorosa e afirmativamente a cabeça enquanto lêem, tenho a certeza!).

Quem conhece o Porto sabe que vivo num paraíso culinário. Não faltam opções, todos os meses abrem novos restaurantes, uns tradicionais, outros mais inovadores, espalhados por toda a cidade, mais novos e mais velhos, já conhecidos e por conhecer.

Voltando a focar no tema de hoje, vou juntar o melhor destas minhas duas paixões, a comida e o Porto, e aconselhar algumas das minhas escolhas de eleição.

Vamos começar pelo básico: hambúrgueres! Existem de todos os sabores, tamanhos e feitios; e quem não gosta?!

 

SANTO BURGA

Nascido em Leça da Palmeira, rejubilei quando abriu, no ano passado, bem perto de minha casa, esta maravilhosa hamburgueria!

O espaço é muito agradável, bem decorado, com uma cozinha aberta e funcionários prestáveis.

Para iniciar, uns incríveis rolinis (queijo cheddar enrolado em bacon crocante) e uns imperdíveis santinis (bolas de risotto, mozzarella e presunto serrano envolvidas em pão ralado acompanhado com molho burga). E pronto, já me estou a babar! Todos os hambúrgueres são acompanhados desse maravilhoso molho burga, e também de umas excelentes batatas fritas.

Como carnívora que sou, o bacon é a minha perdição, e, portanto, acabo sempre no mesmo hambúrguer: o santo bacon! 160gr de novilho, bacon grelhado, queijo cheddar, rúcula e tomate compõem a minha escolha. Há também opções sem carne e saladas, para quem é de saladas (ainda que eu não entenda esta opção!). Para acompanhar, servem uma boa sangria.

Têm também excelentes sobremesas: tarte de lima e hortelã, tarte de mousse de chocolate e delícia do burga; mas duvido que cheguem ao final com espaço para sobremesas!

O preço também é simpático, e saem de barriga bem cheia (um pouco mais caro se beberem sangria)!

Pontos principais: as deliciosas entradas de perder a cabeça e um grande ecrã, excelente para ver jogos de futebol.

 

📷 Tiradas por mim.

Morada: Rua de Egas Moniz 500, 4050-235 Porto

Site: https://www.facebook.com/santoburgaporto/

Preço médio: 9 €

 

PEEBZ

Situado na foz, mesmo em frente à marginal, este restaurante ganha pontos pela possibilidade de um passeio pós-jantar para derreter as calorias que acabamos de ingerir (e, acreditem, vão precisar!).

Como pontos menos positivos, nem sempre é fácil arranjar estacionamento em frente ao restaurante, e o mesmo costuma estar cheio, pelo que é recomendável marcar! Aproveitem e, se estiver bom tempo, marquem para uma das mesas no exterior, que é um espaço muito agradável.

Têm a opção de escolher no pão ou no prato, e alerto que, especialmente com pão, as porções são fartas. Escolho o clássico cogumelos e bacon, acompanhado das deliciosas batatas, que são um dos pontos fortes deste restaurante! Têm também opções sem carne e saladas.

Pontos principais: a localização e as deliciosas batatas fritas.

 

📷 Tiradas do site.

Morada: Rua da Sra. da Luz 448, 4150-274 Porto

Site: https://www.facebook.com/restaurantepeebz/

Preço médio: 10 €

 

MUNCHIE

Um clássico da baixa do Porto. Desta lista, é sem dúvida aquele a que já fui mais vezes. Está aberto no Food Corner da Rua do Ateneu Comercial e noutros locais, mas costumo ir ao que se situa na praça D. Filipa de Lencastre. Da ementa constam os sete pecados (picados, como são aqui denominados) mortais, e a minha escolha é, sem surpresa, a Gula: um hambúrguer de carne de vaca recheado com cheddar, alface, tomate e (guess what) bacon. Têm também o hambúrguer do dia, que é ainda mais barato do que os da lista, e igualmente bom e diversificado. Está no local perfeito para quem vai às compras, dar um passeio, ver uma peça de teatro, tomar um café com amigos ou beber um copo às galerias e, de repente, lhe dá aquela fome. Graças ao seu horário (aberto até à meia noite), já lá fui parar esfomeada por muitas vezes, e fico sempre agradada com esta hamburgueria que está ali à mão. A qualidade é excelente, mas as doses são mais pequenas, ou seja, ao contrário dos dois acima, não vão sair deste restaurante a rebolar.

Pontos principais: a localização, no centro de zonas de passeio, cultura e diversão noturna, o preço, provavelmente o mais baixo da lista, e o horário.

📷 Tiradas do site.

Morada: Praça D. Filipa de Lencastre 177, 4000-407 Porto

Site: https://www.facebook.com/MunchieBK/

Preço médio: 8 €

 

TASQUINHA DO CACO

Como o nome indica, este restaurante serve um excelente hambúrguer em bolo do caco, mas tem outras opções de pão, incluindo sem glúten.

Para acompanhar, servem batata frita, batata-doce frita e (drum roll) noisettes. Só de falar nisto, já estou com vontade de pegar no carro e ir até lá pedir uma dose de batatas. Adoro noisettes! Ainda por cima, é algo que como muito raramente, e que nunca vi servir noutro restaurante, para mais hamburgueria, pelo que este é um grande ponto positivo. O que ganha nas batatas, perde nos hambúrgueres, que, apesar do pão delicioso, não são assim tão marcantes.

Têm também opções sem carne e saladas.

Pontos principais: as noisettes (óbvio) e o pão de bolo do caco.

📷 Tiradas do site.

Morada: Passeio de São Lázaro 51, 4000-175 Porto

Site: http://www.tasquinhadocaco.pt

Preço médio: 10 €

 

STEAK’N’SHAKE

É impossível não ver este grande edifício, na baixa do Porto, presenteado com um mural colorido da artista Joana Vasconcelos. Por dentro, o espaço não parece tão amplo, especialmente pela forma de fazer o pedido: uma fila, que vai existir quase de certeza, para fazer o pedido e o pagamento, sendo que no momento do pedido levamos as bebidas e um buzzer para a mesa. O hambúrguer, esse é levado à mesa, graças ao sistema de localização embutido nos buzzers. Enquanto estamos na fila para fazer o pedido, podemos ver os hambúrgueres a ser cozinhados, o que é um ponto positivo que se pode tornar bastante doloroso, para quem estiver cheio de fome! A minha escolha recai sobre o Royale, um duplo steakburguer com ovo estrelado, bacon, queijo americano, alface, tomate e maionese. Os hambúrgueres não são particularmente especiais nem memoráveis, especialmente por não terem nenhum molho distinto, mas apenas ketchup e maionese, o que os torna um pouco banais. O que faz com que valha a pena visitar este restaurante são as batatas, e acreditem que vale mesmo a pena! Têm batatas fritas normais, com queijo, com queijo e bacon e condimentadas, que custam entre 1,90 € e 2,95 €, em tamanho médio ou grande. Quanto aos batidos, assumo que nunca provei, até porque associo mais esta bebida e lanches, e não tanto a acompanhar um hambúrguer. Serve apenas uma alternativa sem carne.     

Pontos principais: as batatas e a localização, em plena baixa do Porto.

📷 Tiradas por mim.

Morada: Praça de Guilherme Gomes Fernandes 67, 4050-159 Porto

Site: https://steaknshake.pt/

Preço médio: 9 €

 

HARD ROCK

Sou fã do Hard Rock já há alguns anos, do ambiente, da comida, do atendimento e do merchandise. Coleciono pins e essa paixão nasceu quando conheci os pins do Hard Rock, que me arrebataram. Sou fã, em geral, da cultura que o Hard Rock representa.

Nunca me vou esquecer da minha primeira visita ao Hard Rock, no Cairo, que estava vazio e completamente à nossa disposição. Lembro-me que me perdi ao olhar para aquelas paredes repletas de história. Também não posso esquecer a vez em que ficámos fechados dentro do Hard Rock de Londres porque havia um pacote suspeito na rua ao lado. Já conhecia o único em Portugal, o de Lisboa, e quando abriu no Porto fui, com grande curiosidade, visitar.

Confesso que não sou grande fã do espaço. Não se respira o ambiente de rock que acho que representa a marca. A loja é pequena e um pouco mal organizada. Ao invés de fazerem o espaço representar o rock e o ambiente típico de um Hard Rock, esforçaram-se a ter funcionários que transmitissem esse espírito, pelo menos na sua opinião, pelo que as pessoas que servem à mesa têm maioritariamente um aspeto semi-alternativo, e as raparigas ou têm saia muito curta, ou muitas tatuagens, ou ambos – e não, não acho que isso tenha relação direta com o espírito rock. Não me levem a mal, sei que estou a generalizar, mas preferia que tivessem investido na imagem do espaço mais do que na imagem dos profissionais. Também sei que já lá decorreram concertos mas ainda não tive oportunidade de assistir.

Mas vamos ao mais importante: o hambúrguer. Acertamos sempre com o original legendary burger, o clássico com bacon fumado, queijo cheddar, um aro de cebola frito, alface e tomate, disponível em qualquer Hard Rock. Cada espaço tem o seu local legendary, com ingredientes típicos do local onde se inserem.

Pontos principais: a localização, junto à Avenida dos Aliados, e a mítica do Hard Rock.

📷 Tiradas por mim.

Morada: Rua do Almada 120, 4050-031 Porto

Site: https://www.hardrock.com/cafes/porto/

Preço: 18 € 

 

Bom proveito!

R.

23
Ago18

Barriga vazia não conhece alegria #1

quatro de treta e um bebé

Olá pessoas!

 

Hoje trago-vos uma receita de panquecas, que costumo fazer ao pequeno almoço, super simples e mega deliciosa.

Não, não são panquecas “fit”, não, não são panquecas com aveia, nem com banana, nem sem gordura. São simplesmente panquecas, normais e deliciosas!

Se podemos adaptar a receita e torná-las mais saudáveis? Podemos. Faço-o diversas vezes, mas às vezes o que precisamos é mesmo de umas panquecas com farinha de trigo, com manteiga, com leite, com isso tudo. Mas, se não forem como eu, e não precisarem, podem sempre substituir os ingredientes por aqueles que vos parecer melhor. Não obstante, num outro post trarei algumas opções de panquecas mais saudáveis. Por aqui, há espaço para tudo.

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Vamos lá então.

 

Ingredientes:

20 g de açúcar

300 g de leite

1 ovo

45 g de manteiga

Uma pitada de sal

200 g de farinha (com fermento)

 

Modo de preparação:

Juntem tudo, batam, e voilá... É só pôr em pequenas colheradas numa frigideira antiaderente, sem qualquer gordura (se esta não pegar) ou com um bocadinho de manteiga (também podem pôr óleo de côco, o que preferirem).

Podemos bater num robot de cozinha, numa liquidificadora ou até com a varinha mágica. Eu ponho todos os ingredientes numa taça e bato com uma batedeira manual de varas. Não gosto de mexer muito as massas com farinha de trigo, de modo a que o glúten não seja tão activado e as panquecas fiquem mais fofas.

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A manteiga pode ser em barra e, se for, terá que ser amolecida no micro-ondas uns segundos. Se não, podem usar manteiga líquida que serve perfeitamente.

Eu gosto delas altinhas, fofas e com um tamanho médio, pelo que uso uma concha de sopa para medir a massa que ponho ao lume.

Assim que virem que a massa faz bolhinhas, está pronta a virar. Façam sempre em lume baixo, de forma a não queimar.

Gosto de servir apenas com mel ou com mel e frutas que tenha em casa. Mas podem usar outros toppings à escolha. Normalmente faço as panquecas ao domingo (dá +/- para 8 panquecas esta receita) e guardo-as no frigorífico durante a semana. De manhã é só por num prato, vai ao micro-ondas 20 segundos e estão prontas a comer. Aguentam bem os 5 dias da semana se estiverem no frigorífico.

 

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Experimentem e partilhem connosco no Instagram e no Facebook! Fico a espera do vosso feedback!

 

F.

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