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quatro de treta e um bebé!

"Não me digam que concordam comigo! Quando as pessoas concordam comigo, tenho sempre a impressão de que estou errado." – Oscar Wilde

quatro de treta e um bebé!

"Não me digam que concordam comigo! Quando as pessoas concordam comigo, tenho sempre a impressão de que estou errado." – Oscar Wilde

16
Abr19

Que se f*da.

quatro de treta e um bebé

Domingos à noite são sinónimos de livros, filmes e/ou séries. Sem exceção. A depressão pré-segunda-feira, obriga-me a dedicar a coisas que gosto e que não faço, normalmente por falta de tempo. Coisas essas que deveria ter começado a fazer no sábado, às 9h, e que acabei por ocupar com outras coisas, a maior parte delas sem jeito nenhum (na verdade, nunca sem jeito nenhum, porque não fazer nada e dormir até às 15h tem todo o jeito, é essencial e sabe tãooooo bem). Na verdade, os domingos à noite funcionam como forma de recuperar o tempo perdido do fim de semana, de forma calma e tranquila para que passe devagar, m-u-i-t-o-d-e-v-a-g-a-r, como se conseguisse atrasar a chegada do dia seguinte. Acaba por ter o efeito contrário. Desde logo porque quando estamos a fazer algo que gostamos o tempo parece que voa. E se esse algo que gostamos é feito a um domingo à noite, já foi!

 

Este domingo, dediquei-me a um livro que já me tinha sido oferecido há algum tempo:

 

“A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se F*da”.

 

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Não deixa de ser irónico que esse livro me tenha sido oferecido pela pessoa que mais me fez conjugar o dito verbo, das mais diversas formas possíveis e imaginárias, durante o último ano. Talvez eu não estivesse a ser subtil sempre que o pronunciei e como tal a pessoa achou por bem deixar-me  a dica. Está registado.

 

Dizia-vos eu então, que ontem comecei a ler esse livro. Ainda não tenho uma opinião formada sobre o mesmo, já que apenas li algumas dezenas de páginas. Todavia, desde a primeira página que me encontro em longos debates com o Autor. Se bem que depois de cada contra-argumento que utilizo penso... "que se f*da". Acho que já aprendi alguma coisa. A relevar... depois de falar. Bem, talvez não tenha aprendido nada. Oh! Que se f*da!

 

Autor: "Nós só procuramos aquilo que não temos."

M.: Efetivamente só costumo procurar aquilo que não tenho. Ou porque perdi, ou porque não me lembro onde guardei, mas o mais provável é que esteja a procura de algo que alguém tirou do sitio sem me avisar. Quando não encontro, encolho os olhos e faço uma de duas coisas:

1- Mamãaaaaa, viste as minhas sapatilhas?

2- "que se f*da, quando a minha mãe chegar pergunto-lhe onde as escondeu".

 

Autor: "Achamos que a felicidade consiste no alcançar aquilo que idealizamos e esse é o nosso grande erro, a felicidade consiste na busca, no caminho até alcançar."

M.: Sinto que a minha vida foi um erro. Fui tão feliz quando alcancei coisas que idealizei e nada feliz em alguns dos percursos que tive que percorrer até lá chegar. Afinal fiz tudo ao contrário, fui feliz nos momentos errados. Penitencio-me por isso... mas que se f*da.

 

Autor: "A felicidade não é não ter problemas, é resolver os problemas que temos."

M.: Se tenho um problema e o resolvo, fico sem ele. E se fico feliz com a resolução é porque fico feliz sem o referido problema. Então a felicidade é ter problemas resolvidos. Se estão resolvidos já não são um problema. Certo? Bom, "que se f*da".

 

Autor: "O desejo de termos experiências positivas é, por si só, uma experiência negativa, e paradoxalmente, o facto de aceitarmos experiências negativas, é, por sua vez, uma experiência positiva."

M.: Diria que o desejo ter experiências negativas ao invés de experiências positivas está ligado a escolhas de índole e gosto pessoal, que se podem traduzir (ou não) na prática do sadomasoquismo. E se assim for, se optarmos pela prática do sadomasoquismo, parece-me que esta frase fará todo o sentido. Caso contrário... que se f*da.

 

Subtileza nunca foi o meu forte. Prometo que trabalharei nessa parte daqui para a frente. Porque saber dizer "que se f*da", eu já sei.

 

O ser humano é demasiado confuso. Complica. É estranho. Atrai problemas. Mas depois há os que abusam. Que se f*da.

 

M.

 

18
Mar19

conversas despreocupadas

quatro de treta e um bebé

- Já ouviste falar daqueles novos programas de TV, de domingo à noite?

- Sim.

- Achas aquilo normal?

- Não tenho nada contra.

- Como não tens nada contra?

- Porque haveria de ter?

- Achas normal o que se está ali a fazer? A forma como as mulheres estão a ser expostas, humilhadas. O estereótipo que se defende. É chocante. Não percebo como é que nos dias de hoje isso é permitido. E percebo, menos ainda, como é que as mulheres não se revoltam contra isso. Enquanto mulher sinto-me humilhada, rebaixada. Andamos anos e anos a lutar por direitos, ainda agora assinalámos o 8 de Março, esforçamo-nos pela igualdade, e depois é isto. Permite-se isto. E ainda se chocam com os casos de violência doméstica. Com as mortes. Com as decisões do juiz. É isto que se fomenta com este tipo de programas.

- Não estou a perceber...

- Como não estás a perceber? O que se passa naqueles programas é inadmissível, as mulheres são expostas, como se numa montra estivessem, e os homens (ou as mães, o que ainda é pior), escolhem aquelas que melhor se adequam aos seus caprichos (ou dos filhos).

- Hum. Estou a ver... Essas mulheres foram obrigadas a estar lá ou estão por vontade própria?

- Não!!! Aquilo é um concurso. Candidataram-se. Mas a questão não é essa...

- Então estás a dizer-me que foi opção delas estar ali e sabiam para o que iam?

- Sim, mas...

- Mas não podem escolher se colocar numa montra porque socialmente isso não é aceite? Isso não faz muito sentido.

- Não é nada disso. Elas podem escolher ser o que quiserem. Mas já viste aquilo que se fomenta? Que os homens escolhem as mulheres com base na imagem, se sabem cozinhar, se tem filhos, se já foram casadas... No fundo é como se aquilo fosse uma entrevista de emprego. Fazem 50 mil perguntas, ridículas, como, por exemplo, se é virgem, mas o que tem eles a ver com isso? Agora uma mulher para ser ideal tem que ser imaculada, saber cozinhar, cuidar da casa, planear ter filhos? O que é isto??

- E a mulher tem que ser ideal?

- Ah?

- Sim, tu disseste “a mulher para ser ideal tem que”. A minha pergunta é “tem que haver uma mulher ideal?”. Ideal para quê? O que é ser ideal?

- A questão não é essa. Naqueles programas fomenta-se um determinado estereótipo. Defende-se que a mulher tem que ser de determinada forma para ser escolhida.

- Ok, eu já percebi essa parte. Mas essas mulheres não estão lá porque querem?

- Estão, mas...

- E não tem o direito de escolher estar ali, daquela forma?

- O que? Fomentar estereótipos?

- Então vamos por partes: Nós queremos ser livres, queremos ter direitos, liberdade, fazer o que queremos, pensar como entendemos, seguir o caminho que escolhermos, sem que haja ninguém a impedir-nos disso, simplesmente porque somos mulheres, certo?

- Sim.

- Defendemos o fim dos estereótipos, do caminho demarcado, a ideia da mulher como uma máquina de fazer filhos, ou a dona de casa, submissa às ordens do marido, ou do pai.

- Claro.

- Mas a mulher não pode querer participar em programas de televisão, onde há homens que as escolhem, seja para o que for, nos critérios que assim entenderem?

- O quê?

- Estou muito confusa. Afinal, as mulheres podem ser tudo, exceto aquilo que as outras mulheres acham que não podem ser.

- Não é nada disso. Mas...

- Sabes o que a minha mãe sempre fez questão de deixar claro lá em casa? Que por lá "reinava" a democracia... a democracia dela.

 

Ainda bem que a democracia dela me ensinou que liberdade é, também, aceitar que os outros pensem de forma diferente da minha. E não os julgar por isso.

 

M.

21
Jan19

Boicote às "coisas" tóxicas.

quatro de treta e um bebé

Desde que me lembro de mim, adoro leite. De todas as formas. No verão ou no inverno. Quente. Frio. Com café ou chocolate. Simples! A qualquer hora. Alimentar-me-ia só de leite, se tal fosse possível.

 

Há uns anos descobri que é o leite que me provoca uma determinada reação alérgica. Foi flecha direta no peito. Daquelas que depois de entrar ainda roda para um lado e para o outro, e quando achamos que parou ainda dá um solavancozinho.

Outra opção não me restou se não abandonar o leite. Aqui entre nós, nunca o cheguei a abandonar verdadeiramente. De vez em quando, acabo por não resistir à tentação.

Naquele momento em que decido ceder, eu sei o que vem a seguir. Sei que não devia. Mas... oh pá, eu gosto tantooo. Afinal antes de fazer mal, faz bem. E tãooo bem.

E então, com plena consciência das consequências da minha escolha, minto para mim mesma e digo "é só desta vez". Não é! Eu sei. Mas antes de fazer mal, faz bem.

 

Há pessoas que, desde que nos lembramos, adoramos. Seja pelo que são, pelo que nos fizeram ser, ou simplesmente porque não soubemos fazer o furo no fundo do copo.

Um dia, descobrimos que essas pessoas, nos provocam determinadas reações alérgicas. Que nos fazem mal. Que, elas próprias, nos atiraram a tal flecha, e rodaram. E no momento em que respiras fundo, dão ainda o tal empurrãozinho só para garantir que flecha está lá bem enterrada.

 

Também aqui, não nos resta outra opção, se não levantar, arrancar a flecha, virar costas e abandonar. Sem voltar a atrás.

Aqui, e ao contrário do leite, não há nada de bom, antes de fazer mal. Podemos ter a plena consciência das consequências depois de ceder. Mas em momento algum há um "faz bem, antes de fazer mal". Faz mal desde o início. E por esse motivo, não vale a pena a cedência.

 

Se consigo perceber o facto de insistirmos em algo que nos faz mal, porque antes há um algo que nos faz bem, já tenho sérias dificuldades em perceber porque insistimos naquilo que só nos faz mal. Há quem me responda que é sadomasoquismo. Pesquisei na internet que até isso parece que faz bem. Pelo menos é o que dizem, que eu cá não sei nada disso.

Por isso, eh pá, deixar-nos-emos de coisas que nos fazem mal. Seja leite, glúten ou pessoas. Principalmente de pessoas. Que de tão tóxicas, são as únicas que não trazem nada de bom, antes de fazer mal.

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M.

07
Jan19

Quando só tens para dizer a primeira coisa que te vem à cabeça, o melhor é não dizeres nada.

quatro de treta e um bebé

Há uns anos, na minha primeira entrevista, tinha à minha frente a um ilustre advogado, que, do nada e sem que nada o fizesse prever, me passava uma folha em branco e uma caneta, e me pedia para escrever qualquer coisa. Qualquer coisa me viesse à cabeça. O que me apetecesse.

 

Hoje, sentada na minha sala, enquanto vejo na TV a notícia de que o meu Benfica venceu, por 4-2, o Rio Ave, estou com a mesma sensação. A sensação de que me passaram um papel e uma caneta para as mãos e me pediram para escrever qualquer coisa. Assim, do nada. Simples e fácil. Escreve. O que te vier à cabeça.

 

Mas... isto não é assim. Não é escreve e pronto. E muito menos é fácil.
Na verdade até me passaram algumas ideias pela cabeça. Mas da mesma forma que naquela entrevista não podia escrever sobre a primeira coisa que me veio à cabeça (até porque a primeira coisa que me veio pela cabeça foi "passou-se"), também aqui, não me parece bem fazê-lo.

 

Pensando bem, viveríamos num mundo bem melhor, se a maior parte das vezes não fizéssemos ou disséssemos a primeira coisa que nos vem à cabeça. Na maior parte das vezes, sai asneira. E é irreversível. Vejamos, a título de exemplo, os comentários de Manuel Luís Goucha acerca de uma entrevista, na qual se confunde o direito de opinião com crime.

 

A propósito, e apenas em jeito de esclarecimento, fascismo, racismo, machismo e homicídio não são questões de opinião. São crimes. Previstos e punidos (e bem) no nosso Código Penal. Infelizmente, e por sua vez, a estupidez crónica não é crime. Ainda. Mas na minha opinião (depois de refletir), devia.

 

Como ainda estamos a tempo de fazer resoluções de ano novo, sugiro que, este ano, as pessoas reflitam antes de dizerem a primeira coisa que lhes vem a cabeça. Vamos todos rever, ponderar e, na maior parte das vezes, guardar só para nós, e reformular antes de falar ou fazer.
Isto claro, se quisermos ser recrutados ou manter um blogue são. Ou, quiçá, não quisermos praticar estupidez crónica na TV. Ou noutro sitio qualquer.

 

Pondo já esta resolução em prática, pensei, ponderei e guardei as ideias que me passaram pela cabeça e vou só divagar até ao final. Tal como fiz na entrevista.

 

Já agora, na tal entrevista, escrevi a minha carta de apresentação. A qual deu origem à resposta: "egocêntrica, como qualquer escorpião". Fui recrutada, deve ter sido um elogio.


M.

27
Nov18

Era uma vez #2

quatro de treta e um bebé

Olá pessoas!

 

Hoje venho falar-vos de um livro que li no início deste ano. Para dizer a verdade comecei-o no final do ano passado mas não estava a conseguir avançar na leitura, pelo que deixei passar as festas e retomei-o em Janeiro. Eu acho que os livros são pequenos mundos tão extraordinários que se estivermos com um livro na mão e não nos estiver a apetecer ler, devemos parar, passar para outro e mais tarde, quando nos apetecer, pegar de novo. Ler por obrigação não é bom. Mas quem diz que não gosta de ler é só porque ainda não encontrou o livro certo.

Mas passando ao livro propriamente dito, este é o Persépolis da Marjane Satrapi.

 

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Não peguei neste livro por acaso, no pequeno grupo de leitura do qual faço parte, o desafio daquele mês seria ler um género literário nunca lido e bem, eu nunca tinha lido nenhuma novela gráfica (não, não vamos chamar a este livro banda desenhada, por favor!) e a C. já tinha comentado o livro e vá a Emma Watson (hello, Hermione? Ahah) também o recomendou, por isso foi juntar o útil ao agradável.

 

Começo por dizer que este é um livro extraordinariamente interessante. Mais do que interessante, isto é a autobiografia da iraniana Marjane Satrapi. Isso mesmo, o que se passa neste livro é real. Não sabia grande coisa sobre o Irão, confesso, apenas o que vai saindo nas notícias e o pouco que posso ter falado na escola mas não tinha ideia, por exemplo, que antes da guerra o Irão era um país muçulmano super progressista, em que as mulheres podiam ir a escola, à faculdade, podiam ter a profissão que quisessem, tinham os mesmos direitos dos homens, não eram obrigadas a usar véus, etc., e depois da guerra e da entrada do fundamentalismo tudo mudou, para pior, e ainda hoje podemos ver que não temos nem de longe o Irão que existia antes da guerra. Por este motivo considero este livro mais do que interessante, importante.

Fiquei muito contente por ter lido este género. Este livro fala da história de um povo, de um país, de uma revolução e de uma guerra, de uma criança/adulta e da visão dela sobre tudo o que a rodeia. É um livro que fala de um tema muito sério e distante para nós ocidentais, de forma, diria até, simples. De forma não tão pesada como seria de esperar pelo menos. 
O livro está dividido por um género de capítulos, cada um sobre um tema. Vamos acompanhando o crescimento da Marje e da sua família. Vamos sabendo mais sobre as particularidades da sua vida. Como ela própria sabe é uma criança privilegiada. É de uma família considerada rica em relação à maioria, tem uns pais e uma avó ‘liberais’, que querem que ela cresça e seja feliz, que tenha direito à liberdade, liberdade de ser, de estar, de expressão. Num país que rapidamente viu a sua liberdade restringida, viu as liberdades das pessoas desaparecerem, Marje é uma menina rebelde que quer ter e tem uma voz sobre tudo e não tem medo de expressar aquilo que sabe, o que não sabe, o que sente e o que pensa. É um livro que de uma forma super cativante, por vezes desconcertante mas também simplista nos faz reflectir sobre problemas tão sérios como o fascismo, como o machismo, como a opressão, etc. Se em alguns dos temas, e especialmente quando ouvimos uma Marje criança, acabamos por dar por nós a rir, apesar das verdades que ela diz, quando estamos com a Marje adulta já há mais momentos de revolta, em que nos apetece entrar para dentro do livro e distribuir chapadas por toda a gente. E é aqui que acho que a protagonista é muito boa, porque ela não tem medo. Ela é corajosa. Ela enfrenta quem tem que enfrentar, mas nunca deixa de ser ela própria. Não deixa que aquilo em que acredita seja apagado por outros, apesar das consequências que pode vir a enfrentar, para ela é certamente preferível uma consequência do que ficar calada. 
Este não é um livro fácil. Tem ilustrações muito boas, outras assustadoras (ahaha) e também por causa disso uma pessoa acaba por demorar mais do que o esperado mas ao mesmo tempo menos que um livro normal, porque, obviamente a quantidade de texto é menor. Mas também acho que é uma questão de nos habituarmos. 

 

“Quando temos medo, perdemos todo o sentido de análise e de reflexão. Somos paralisados pelo medo. Além disso, o medo sempre foi a força motriz da repressão de todas as ditaduras”.

 

F. 

23
Nov18

Take 1

quatro de treta e um bebé

Olá cinéfilos da blogosfera!

 

No passado dia 5 de novembro celebrou-se o dia mundial do cinema e eu descobri que, nos últimos tempos, das quatro, fui a que mais frequentou o cinema (aliás, se calhar mais do que as outras três meninas em conjunto, para terem uma noção)!

Por isso, neste post, venho falar-vos dos últimos filmes a que assisti numa sala de cinema.

Antes disso, em jeito de introdução, vou falar-vos um bocadinho sobre os meus hábitos e experiências cinematográficas.

A verdade é que não costumo ir frequentemente ao cinema, especialmente por duas razões: os bilhetes são cada vez mais caros e eu tenho cada vez menos capacidade para sessões tardias.

De forma geral, sem hesitar, prefiro as séries aos filmes, simplesmente porque a ideia de estar mais de duas horas no mesmo lugar, a ver a mesma coisa, me causa uma certa comichão (apesar de acabar a ver episódio atrás de episódio e ultrapassar as duas horas, mas isso, diz o meu subconsciente, é completamente diferente).

Essencialmente, há dois tipos de filmes que não prescindo de ver numa sala de cinema: os da Marvel e DC Comics (já vos disse que adoro super-heróis) e os musicais, uma vez que considero que estes dois tipos de filmes são aqueles que efetivamente compensam a ida ao cinema, por toda a envolvência e imersão sensorial que nos proporcionam.

Além desses dois tipos, há um terceiro: os grátis. Globalmente, adooooooro coisas grátis. E até me posso gabar de já ter ganho vários concursos. Ainda assim, não participo em tudo o que é sorteio de bilhetes para cinema, porque acho que não é qualquer filme que justifique as tais cerca de duas horas sentada e o decréscimo nas horas de sono.

Uma nota importante: pipocas. Não vou ao cinema sem comer pipocas. Para isso, prefiro não ir! As pipocas fazem parte de toda a experiência, de toda a envolvência que referi ali em cima (é sequer possível ver um filme no cinema sem pipocas?! Conseguem concentrar-se?!).

Vou vos deixar trailers, mas hoje em dia os próprios trailers estão cheios de spoilers, aqueles dois minutos contam a história completa, apenas de forma mais resumida. Não sei se concordam comigo, mas acho que isso tira a piada toda ao filme!

Vamos lá falar, então, dos últimos três filmes que vi no cinema.

 

MAMMA MIA! HERE WE GO AGAIN 

 

Estava há uns meses sem ir ao cinema, mas a minha querida prima, a L., é a fã n.º 1 do Mamma Mia! Não, não é dos Abba, é do Mamma Mia mesmo! Como tal, há já meses que a L. andava a sonhar com a sequela, depois de ter rejubilado e quase ensurdecido a família com a notícia de que a sua produção favorita ia voltar aos cinemas!

Obviamente que não tivemos sequer hipótese de recusar e, chegando a hora, a L. põe a família toda a participar para ganhar bilhetes para a antestreia. E eis que a sua maravilhosa prima, eu mesma, lhe envia printscreen do email acabado de receber, “parabéns! Vai ver Mamma Mia! Here we go again”. Custou, mas ao fim de 23 anos, lá me diz ela, de forma completamente espontânea e desprovida de qualquer segunda intenção, que me adora (enquanto implora para eu a levar).

Não estava tão entusiasmada quanto ela (ninguém estava!). E não é que adorei o filme?! Ri-me do início ao fim, cantei, dancei na cadeira (não tanto como ela mas, mais uma vez, ninguém o fez!). Valeu completamente a pena a ida ao cinema. Sabem quando chegam a casa depois de um filme de sorriso na cara, de bom humor, depois de ter vivido num mundo de fantasia durante hora e meia? É verdade, é um filme muito divertido, muito boa onda, leve.

Aliás, valeu tanto a pena que pouco tempo depois voltei a ir vê-lo ao cinema, com (vocês sabem…) a L., claro, que via o filme pela terceira vez!

Um bom filme para aqueles dias mais chuvosos, mais melancólicos, mais enfadonhos, para encher o peito de alegria, de vontade de cantar e dançar, para por um sorriso na cara!

Deixo-vos o trailer:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

IMDB

 

CLUBE DOS BILIONÁRIOS / BILLIONAIRE BOYS CLUB

 

Este é daqueles filmes que não compensou ir ver ao cinema, nem com o bilhete pago. Fomos ver em família porque acabamos a ganhar seis (!) bilhetes grátis.

É baseado num caso real dos anos 1980 nos EUA, um esquema de investimento que leva à ascensão e rápida queda de dois jovens, que conseguem enganar uma quantidade impressionante de pessoas. O esquema em si não é aprofundado. As personagens e as suas histórias não são aprofundadas. De vez em quando, parece que tentam inocentar algumas personagens e diabolizar outras, mas sem grande efeito. O impostor ludibria o aldrabão. De repente, um homicídio. Depois a polícia, um julgamento, e outros meandros que ficam por aprofundar. Tudo somado, não encanta, não prende, em muitas partes não faz sequer sentido, e parece apenas uma história mal contada, e contada de uma forma muito aborrecida.

Não recomendo! Deixo-vos o trailer.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

IMDB

 

ASSIM NASCE UMA ESTRELA / A STAR IS BORN

 

Desde que soube que a Lady Gaga ia entrar e cantar num filme que soube que o queria ver.

Evitei ver o trailer, consegui ficar sem o ver e ainda não o tinha visto até hoje.

Não gosto de coisas nem pessoas sobrevalorizadas e, por isso, torcia o nariz ao Bradley Cooper, que dirige, atua e canta neste filme. Dou o braço a torcer, estava redondamente enganada. A performance dele arrebatou-me por completo, mesmo enquanto cantor – ele, efetivamente, canta (e bem)! E, mais incrível ainda, aprendeu a cantar e a tocar guitarra especialmente para este filme.

Contra ele, tinha o facto de esta ser a quarta versão do filme (as anteriores foram a 1937, 1954 e 1976), já tinha sido falado fazer este remake por vários nomes conhecidos, e o próprio Bradley já tinha recusado representar esse papel uns anos antes, ao que acresce ter sido desaconselhado a apresentar o filme.

Não vi os filmes anteriores, não sabia sequer que esta era uma quarta versão, mas tinha imensa curiosidade e vontade em ir ao cinema vê-lo.

Apesar de ser um remake, que fique bem claro que todas as músicas são originais e foram escritas e produzidas especialmente para o filme. Quase todas as músicas são coescritas e coproduzidas por Lady Gaga, que, para quem ainda não sabe (mas devia saber) é um génio musical.

O filme é muito bonito, o Bradley e a Lady Gaga (de seu nome Stefani Joanne Angelina Germanotta) enchem o ecrã. As músicas são fenomenais. É uma história sobre o amor, sobre a ascensão ao estrelato, o declínio da fama, uma vida de abusos, relações humanas, codependência, saúde mental, tragédia, realidade.

Jackson Maine (representado por Bradley Cooper) apaixona-se por Ally (Lady Gaga) quando a vê atuar num bar. A admiração de Jack é clara, o olhar embevecido deste de cada vez que Ally canta é, provavelmente, a minha parte favorita do filme (além das músicas, claro!). É lindo ver como Bradley representa esta paixão e admiração. Vê-se também como Jack fica desiludido quando Ally se afasta deste tipo de música mais real, mais cru, e passa a escolher músicas mais comerciais, com um aspeto mais produzido, mas que o seu agente garante que lhe trarão maior fama. Não sei se Bradley pretende fazer algum tipo de crítica ao mundo da pop, ao “vender a alma pela fama”, ao efémero que é o sucesso (não acredito que queira, até porque Gaga alcançou o seu sucesso através de músicas pop e comerciais). Mas acaba por fazê-lo, ao mostrar-nos uma rapariga cheia de talento, compositora e cantora, que escreve sobre o que sente de forma empolgante, a afastar-se de tudo isso para cantar sobre futilidades, e ao sublinhar várias vezes que quem tem uma voz deve usá-la para dizer algo com significado. Sentimos que Jack viu algo de diferente, algo de muito especial em Ally, e sentimos a sua frustração ao considerar que esta não está a viver a totalidade do seu potencial.

Todo o percurso de ascensão musical de Ally é acompanhado, em paralelo, pela decadência de Jack, um homem com uma infância conturbada, com claros problemas de saúde física e mental, agarrado a vícios e a uma sensação fugaz de fama.

A incrível música Shallow diz-nos muito sobre Jack (apesar de escrita por Ally, e de fazer sentido para esta também): “tell me something girl, are you happy in this modern world? Or do you need more? Is there something else you’re searching for? I’m falling, in all the good times I find myself longing for change, and in the bad times, I fear myself”. Para quem se identifica com esta pequena passagem, ouvi-la é emocionante, e antevê a fragilidade emocional e de saúde mental dos nossos protagonistas.

É um filme que fica connosco, que nos mexe, que nos faz voltar para ouvir (e reouvir) a banda sonora, nos faz pesquisar mais sobre o filme, sobre as músicas, sobre os temas que são falados. Ouvir as músicas depois de ver o filme ganha um novo sabor, mais viciante ainda.

 

SPOILER: O final deste filme é dilacerante. A mensagem vai passando na música, vai-se prevendo no desabafo que Jack tem no centro de desintoxicação, é evidente nos vícios e abusos cada vez mais exacerbados de Jack. No final, Jack sente-se sem valor e sente que está a impedir Ally de chegar onde sabe que esta é capaz de chegar. Em desespero, despede-se de Ally com um heartbreakingjust wanted to take another look at you” e tira a sua própria vida. A saúde mental é um tema que me é muito próximo e que é muito importante para mim, e sem dúvida que vou querer trazer esse tema ao blog. Infelizmente, também o desfecho é demasiado próximo. Demasiado. Tivesse eu visto o trailer ou soubesse que a história se repete em três filmes anteriores, e talvez não tivesse levado o insuportável murro no estômago que levei. Se ainda não tiverem visto o filme, tenham isso em conta. O filme termina com a Lady Gaga a cantar, de forma lindíssima, “I’ll never love again”, com uma letra que nos atinge no âmago do nosso ser e que sentimos como se fosse nossa: “wish I could, I could've said goodbye. I would've said what I wanted to, maybe even cried for you. If I knew it would be the last time, I would've broke my heart in two, tryin' to save a part of you”. Se odiei a cena anterior (e odiei), adorei a música, como foi escrita por Jack para Ally, e como a interpretação de Lady Gaga nos deixa colados à cadeira de coração nas mãos.

FIM DO SPOILER

 

É difícil separar Ally de Lady Gaga, até porque os seus percursos têm similaridades, e porque é também Lady Gaga que escreve por Ally, ainda que do ponto de vista desta. E é fácil identificarmo-nos com Ally, confesso que sinto mais próxima de Ally e que acabo por gostar mais do estilo musical de Ally do que o da própria Lady Gaga!

Mas por isso tudo é que a maior ovação vai para Gaga. Porque tem a capacidade de fazer tudo, de escrever sobre tudo, de lançar hits em vários géneros musicais, e, no final, ser nada mais do que quem quer ser, fazer o que quer, vestir o que quer, cantar o que quer, ser ela própria, independentemente dos murmúrios que possa levantar, e ser absolutamente genial a sê-lo.

Uma curiosidade, na cena final, Ally olha diretamente para a câmara, e este frame final é, segundo o próprio Bradley, o momento em que a star is born.

 

Deixo-vos apenas a música que já todos conhecem (e que é coescrita e coproduzida pela Lady Gaga):

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

IMDB

 

Bons filmes!

 

R.

22
Out18

DUAS COLHERADAS E DUAS DE TRETA PELO MEIO, se possível!

quatro de treta e um bebé

 

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Poluição sonora. É isto. Falta de respeito e consciência social.
Chego a um restaurante. Sento-me. Chega o empregado. Pergunta uma, duas, três vezes... qualquer coisa que eu não entendo. Porque não ouço. Porque não consigo ler através dos lábios. E ele tenta, simpaticamente, alterar a voz.
Aos berros, pergunta se já escolhemos. Aos berros, eu peço-lhe para ele aguardar mais um pouco. E, aos berros, peço o meu menu.

Fico o jantar/almoço todo a, apenas, abanar a cabeça para quem me acompanha. Não falo. Não se fala.
Com o pouco que falo rebento com os decibéis e chego cá fora, no fim de tudo, rouca. Cheia de dores de cabeça e com vontade de ir para casa repousar. Um programa que seria agradável para descontrair quantas vezes acaba por ser um tormento?
Isto porque há sempre aquelas almas que se juntam em jantares de família para festejar os aniversários do avôzinho e fazem da sala do restaurante, a sala de sua casa. Melhor era impossível.
Crianças a correr pelas mesas, o 40° da mesa a falar com o 1° da outra ponta. A mãe a chamar a atenção aos miúdos. As adolescentes, histéricas, a comentar o “boy mais giro lá da escola”. Os bebés aos gritos - esses com desconto, claro. O avôzinho a perguntar 1001 vezes se já todos escolheram, enquanto vai soltando um “olhaaaaa, tu aí Mila, já escolheste mais o teu home?”. E repete o processo pela mesa toda.
Quando penso que tudo vai acalmar após os pedidos dos menus, eis que chega a comida, e lá anda esta para um lado e para o outro. “Prova aqui”, “prova ali”. Comida pelo ar, pelos mais novos, e mais uns quantos berros para chamar atenção.
No fim de tudo, pensamos “ufa, de barriguinha cheia já devem acalmar mais um bocadinho”. E vêm os Parabéns. Em tom BEM alto! Altíssimo, diria. Capaz de rebentar um qualquer tímpano. Até o mais calejado. E envolvem toda a sala do restaurante com palmas.
Depois lá vem - qual cereja no topo do bolo - o “e-fé-re -á” (https://youtu.be/fbs5jtESfz8)
E no fim ainda vêm as criancinhas com o “e que seja feliz, e que parta o nariz”.
Serei eu a intolerante?
Sugiro aos restaurantes que, após festejos destes, na continha que apresentam tragam logo a farmácia para ver se uma pessoa consegue fazer - de pé - o caminho até ao carro sem chamar o INEM. Exagero, não é!?
Até não é, sabem!? Porque isto a correr bem, anima a B. para fazermos ensaio para um concerto de techno music, assim que chega a casa.
Confesso que saio pouquíssimas vezes para jantar fora. Agora com a B., menos ainda e, apesar de ter cuidado, por vezes, ainda me deparo (como aconteceu este fim de semana) com situações destas.

Ufa! Haja paciência!!

Bons jantares/almoços, de preferência silenciosos.


S.

31
Jul18

Bom dia e boas séries #1

quatro de treta e um bebé

Olá pessoas!

 

Aqui a viciada em séries não podia começar esta aventura sem que o primeiro post fosse um apanhado de algumas séries interessantes/não assim tão divertidas/talvez um bocadinho giras, mas que valem a pena ver este verão!

 

Ora bem, pelos meus cálculos (ou da app que tenho no telemóvel, sejamos sinceros) eu acompanho 104 séries, mais ou menos. Vá, não se passem já, dentro deste número estão aquelas que já acabaram ou foram canceladas ao longo dos anos e aquelas que eu ainda não comecei a ver mas quero muito ver (sim, está neste último grupo a Casa de Papel que ainda não vi mas está em lista de espera ou Narcos, que só vi um episódio, mas que sei que vou continuar). Apesar destas séries todas, não estejam a espera que vos sugira Game of Thrones, Breaking Bad, This Is Us ou outras séries em voga. Não vou sugerir porque, primeiro não vejo e depois, não tenho lá grande interesse em ver. Está bem que sou viciada em séries mas não vejo tudo e tenho  algum critério. O critério é o mais simples e básico de sempre, ser feliz. Ser feliz enquanto vejo uma série, é o mais importante. Gostar das personagens, importar-me com elas, querer saber mais sobre elas... O que me leva a outro problema, dificilmente, quando me apego a uma série sou capaz de a deixar. Aquela temporada até pode estar a ser um aborrecimento (enquanto as outras foram geniais, por exemplo), mas eu não a consigo deixar.. Faz-me confusão desistir das coisas e as séries não são excepção. Não, eu vejo a série até ao fim, quanto mais não seja para saber o que se vai passar com aquelas personagens, que já são um bocadinho minhas. (Sim, quando me cancelam uma série, só porque sim, sem a finalizarem, fico possessa!! Mas pronto, como calculam, logo outra vem e ocupa o seu lugar ahahah).

Continuando, hoje não vou falar de séries que adoro, e já acabaram, e que por já estarem completas, mereciam MUITO ser vistas, isso fica para outro post. Hoje vou só falar de séries que vejo nesta época, actualmente, e gosto muito.

 

 

Começo com o clássico, SUITS

 

Adoro de paixão esta série (ou não fosse eu advogada, claro que está, mas não é só isso). A série está muito bem feita, as personagens são geniais, prende-nos do início ao fim do episódio. A dinâmica Harvey and Mike, Harvey and Donna, Louis e qualquer outra personagem, é maravilhosa. No fim da sétima temporada o Mike e a Rachel saíram da série (como estão todos fartinhos de saber, não fosse ela a nova Duquesa de Sussex) mas começou ontem a oitava temporada e sei que vai ser óptima na mesma.

 

 

 

 QUEEN OF THE SOUTH

Comecei a ver esta série no ano passado e, em Junho deste ano estreou a sua 3ª temporada. É uma série baseada no livro homónimo de Arturo Pérez-Reverte e conta a história de Teresa Mendoza e todo o processo que ela e outras personagens seguem para derrubar o líder do trafico, que a obrigou a fugir para a América. É viciante esta série e muito bem feita. Com nomes como Alice Braga e Joaquim de Almeida. A não perder, mesmo.

 

 

 

 YOUNGER

É uma série de comédia-drama (eu, que não sou nada de comédias, adoro esta!) que acompanha Liza, uma mulher de 40 anos, divorciada, que tenta encontrar emprego na sua área, sem sucesso, devido à sua idade e ao facto de ter estado os últimos anos como dona de casa. Depois de ser elogiada por Josh, que lhe dá apenas 26 anos, ela decide fazer-se passar por alguém com pouco mais de 20 anos e assim conseguir o emprego de assistente editorial.

Cada episódio tem apenas 20 minutos, mas são super giros e divertidos. Conta já com 5 temporadas, cada uma com 12 episódios.

 

 

 

THE BOLD TYPE

Uma série que ainda só vai na segunda temporada, mas bastante promissora como série de verão. É leve, divertida, sem grandes dramas ou acontecimentos, mas entretém. Conta a história de três amigas que trabalham numa das mais importantes revistas de moda de Nova Iorque e o seu dia a dia para conseguirem realizar os seus sonhos, numa indústria que já de si é competitiva e põe qualquer pessoa à prova.

 

 

  

THE FOSTERS

Acabou este verão a série, os últimos três episódios foram ao ar no mês passado. Com 5 temporadas, é uma série que se pode dizer, familiar. Conta a vida de uma família americana pouco tradicional, composta por duas mães (Stef e Lina), o filho biológico de uma delas (Brandon) - a Stef e o ex-marido, seu colega de trabalho Mike -, dois gémeos latino-americanos adoptados (Mariana e Jesus), aos quais se juntam Callie e Jude, também dois irmãos, que serão por elas adoptados. Conta-nos os encontros e os desencontros da vida desta família e como com amor tudo se consegue.

 

 

 

THE ROYALS

Uma série um bocadinho maluquinha e pouco plausível, sobre uma realeza britânica nos tempos modernos.

 

 

 

IMPOSTERS

Esta é uma serie que, pelos vistos, acabou na sua segunda temporada. Eu ainda só vi a primeira, mas gostei muito. Conta-nos a história de uma “con artist” que casa com várias pessoas e foge com o dinheiro delas, até que estas se descobrem, juntam e decidem procura-la.

 

 

 

E, por hoje, ficamos por aqui.

Haverá posts sobre séries que vejo durante o ano, séries que já terminaram mas valem a pena ver, séries que estão no meu top de sempre, que são quase família. Mas haverá muito mais.

 

F.

 

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