Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

quatro de treta e um bebé!

"Não me digam que concordam comigo! Quando as pessoas concordam comigo, tenho sempre a impressão de que estou errado." – Oscar Wilde

quatro de treta e um bebé!

"Não me digam que concordam comigo! Quando as pessoas concordam comigo, tenho sempre a impressão de que estou errado." – Oscar Wilde

07
Fev19

#somostodosTEAMMARIA

quatro de treta e um bebé
Há dias, li uma notícia sobre umas jovens japonesas, homossexuais, que criaram um crowdfunding com o objetivo de angariarem fundos para percorrerem 26 países, onde o casamento homossexual é permitido, tirando fotos simulando (reitero e sublinho, simulando) a concretização do casamento entre as duas, em todos eles. Dizem elas que o farão em jeito de protesto, uma vez que o direito ao casamento lhes tinha sido vedado no seu país. 
 
Em Portugal, e apesar de não sermos, de todo, um país evoluído e com mentalidades abertas, o casamento entre pessoas do mesmo sexo é permitido (e bem! Fica a faltar a mesma igualdade de direitos no que respeita a outros temas, como, por exemplo, a adoção). Todavia, e em jeito de protesto pelos países que não o permitem, não tenho qualquer problema em percorrer 26, 50, 100 países, a tirar fotos a simular casamentos, se alguém pagar essas viagens.
 
Verdade seja dita, quem é que se importava de fazer isso?
 
Ponderei, seriamente, em lançar um desafio idêntico e percorrer o mundo às custas de alguém que acredita que vou em protesto e em defesa de boas causas. Mas a minha consciência (estúpida!) relembrou-me que não se deve enganar as pessoas.
Odeio a minha consciência. De verdade. Mas também acho que ela faz falta a muito boa gente (ofereço-a, se quiserem).
 
[ por favor, abram num novo separador com este link antes de continuarem a ler o texto ]
 
Tudo isto para vos dizer que ponderei novamente (e melhor), e de acordo com a minha consciência, acabo de lançar o desafio #somostodosTEAMMARIA.

WhatsApp Image 2019-02-07 at 21.10.39.jpeg

 #somostodosTEAMMARIA, é um crowdfunding que tem como objetivo angariar fundos para que o meu namorado me leve a Nova Iorque na Passagem de Ano.

 
Parece-me legítimo. E é totalmente verdadeiro. 
Na verdade, nem é por mim, é por ele.
 
Em contrapartida, sacrifico-me eu, e comprometo-me perante vós, a reportar tudo o que se passará durante esse período. E até partilhar convosco o vídeo do pedido... e sem simulações!
 
É um crowdfunding totalmente genuíno e não pretende camuflar qualquer outra intenção que não a verdadeira: ser pedida em casamento, na passagem de ano, em Nova Iorque, com anel estilo Kate Middleton.
 
Criei o meu projeto em PPL | Crowdfunding Portugal, e contava acrescentar aqui o link, porque sei que estão ansiosos por contribuir para esta boa causa. Mas dizem eles que demoram dois dias a analisar o meu pedido... precisam de verificar a legitimidade do mesmo (?). Mas há dúvidas? 
 
De qualquer forma, dar-vos-ei novidades em breve! Posso contar convosco? 
 
[ façam o favor de fechar o novo separador ]
 
M.
 
11
Jan19

Deixa-te levar pela música. #1

quatro de treta e um bebé

Há músicas que dizem tudo sobre ti. Ou sobre algo. Ou sobre o que sentes. Ou o que estás a viver. Nesses casos, é deixar a música, por si só, falar por ti. E deixar tocar.

 

Há bandas que seja qual for a música, te dizem sempre algo. Que gostas e ponto. E toquem o que tocarem, conquistam-te.

 

Os Quatro e Meia são essa banda, e as músicas deles são essas músicas. Conquistaram-me desde o primeiro momento, há já uns bons anos atrás. E dizem muito sobre mim (são de Coimbra, devem ter-se inspirado em mim nos tempos de faculdade). E toquem o que tocarem, conquistam-me sempre mais um bocadinho. Levantam-me o ânimo. Empurram-me para a frente.

 

Como a boa música deve ser partilhada, e partilhada, e outra vez partilhada, deixo-vos com uma banda que mistura o pop-rock com o fado e consegue por os "Pontos nos Is" num álbum, que não consigo descrever de outra forma se não como, de tanta qualidade.

 

A música que partilho não foi escolhida ao acaso. Espero que, tal como eu, se deixem levar por ela.

 

Bom Fim de Semana.

M.

17
Ago18

Bom dia e boas séries #2

quatro de treta e um bebé

Pois é, somos mais do que uma viciadas em séries!

 

Claro que, à semelhança de tantas outras coisas, somos completamente diferentes, e por isso as séries que vamos sugerir vão ser sempre diferentes, imprevisíveis e surpreendentes.

Basicamente, há três tipos de séries que eu adoro, principalmente mas não exclusivamente, como este post vai deixar antever!

Em primeiro lugar, adoro séries criminais/policiais, cheias de mistério e de considerações sobre o comportamento humano criminal.

Adoro também séries de super-heróis, no geral, por todos os motivos que irei expor num post posterior dedicado exclusivamente ao tema!

Paralelamente, e num registo totalmente diferente, adoro séries de comédia, daquelas que nos levam sempre a uma boa gargalhada.

O meu post não tem a mesma organização do que o #1 (já vos disse que a F. é a organizada do grupo!), e traz simplesmente algumas das minhas séries favoritas, de antes e de agora, acabadas e por acabar, e que recomendo.

 

HOW I MET YOUR MOTHER

A minha série favorita de todos os tempos (sim, mesmo apesar da última temporada). De 2005 a 2014 acompanhei esta série assiduamente e, desde então, já revi todos os episódios pelo menos uma vez, ainda que a um ritmo muito mais esporádico.

Durante 9 anos senti quase que era parte daquele grupo de amigos que se reunia no MacLaren’s. Enquanto as personagens tentavam encontrar o seu rumo, eu própria fazia essa viagem de auto-descoberta e de procura de sonhos e objetivos. O último episódio marcou o fim de uma era e trouxe com ele um sentimento de perda. Não, a minha vida não tem propriamente a ver com a das personagens, apenas aquelas considerações genéricas que nos acontecem a todos: fazer amigos, afastar-se dos amigos, apaixonar-se, ter o coração partido, ter sonhos, duvidar do que verdadeiramente cremos, colocar tudo em causa, termos certezas, aprender, perder, ganhar.

Mas a verdade é que uma qualquer conexão fez com que aquela série fosse tendo um impacto regular na minha vida, e é também por isso que mais tarde lhe irei dedicar um post inteiro!

Mais informaçoes no IMDB

 

JESSICA JONES

Um aspeto que mais tarde ou mais cedo (foi mais cedo) ia acabar por partilhar, é que adoro super-heróis, anti-heróis, super-vilões, e em geral sou uma grande fã do género e do universo Marvel e DC, um universo que mais tarde quero explorar com vocês!

Jessica Jones é uma série Marvel lançada pela Netflix no final de 2015 e é uma das minhas favoritas do género. Não vos posso falar da sua proximidade com os comics originais, porque não os li, mas posso falar-vos da série, que é incrível. Jessica Jones, interpretada pela incrível Krysten Ritter, é uma Mulher extraordinária cujos poderes incluem super-força, super-resistência e uma excelente técnica de luta. Apesar de tudo isso, aparece-nos na série como uma detetive privada, “ex super-heroína”, de copo na mão, atormentada pelo passado e tão messed up como qualquer uma de nós, o que a torna uma das heroínas com quem é mais fácil nos relacionarmos. Sem certezas sobre quem é e sobre quem quer ser, acompanhamos a sua jornada de descoberta, a ambiguidade entre o bem e o mal e o que significa ser, afinal, um super-herói. Acresce que conta com um super-vilão espetacular, Killgrave (ou The Purple Man), capaz de controlar a mente e as ações daqueles que o rodeiam, divinalmente interpretado por David Tennant.

Mais informações no IMDB

 

LUCIFER

Outra série que acompanhei regularmente é Lucifer, a história do Diabo em Los Angeles. Porque é que aconselho esta série? Antes de mais, Tom Ellis representa a devilishly handsome Lucifer que domina o piano e se delicia desavergonhadamente com os seus vícios, que incluem um copo de álcool na mão e um ávido desejo sexual. É também uma das séries com a melhor banda sonora, com músicas recheadas de referências inteligentes e que acompanham os episódios na perfeição. Além disso, tem um poder incrível que é levar as pessoas a contar-lhe os seus desejos mais profundos ("tell me your  deepest desire"). Este ano, após três temporadas, a série foi cancelada. Os últimos episódios “mastigavam” já a relação entre as personagens principais e nota-se um final um pouco abrupto, mas continuava com pormenores que faziam com que valesse a pena ver. Espetacularmente e após um grande movimento dos fãs, a Netflix acabou por renovar a série para mais uma temporada!

Mais informações no IMDB

  

BABY DADDY

Passando para um género completamente diferente, Baby Daddy.

Um bartender solteiro de 20 e poucos anos é surpreendido quando uma ex-namorada deixa a filha de ambos à porta da sua casa.

É uma série leve, engraçada, que nos faz rir enquanto nos faz aproximar das personagens e acompanhar o seu crescimento. Com amigos engraçados, reações exageradas, ligações amorosas complicadas e uma família disfuncional à mistura, é uma série que promete divertir.

É daquelas séries que recomendo para aqueles dias “não”, que nos entretém, sendo humorística sem se tornar demasiado ridícula, com um enredo cujo desenvolvimento nos prende.

Mais informações no IMDB

  

MENTES CRIMINOSAS

Um dos clássicos das séries criminais, acompanha uma divisão do FBI dedica ao estudo da mente e do comportamento de criminosos.

O comportamento humano é um dos meus temas favoritos, de estudo, de cultura, de entretenimento e de conversa. A motivação de cada ação, a previsibilidade humana, a arte da manipulação, a doença mental, o poder da mente sobre o corpo, entre tanto outros aspetos. A mente humana, apesar de todo o avança científico, continua a ser a uma das maiores incógnitas e umas das mais interessantes áreas de investigação.

Apesar de se tratar apenas de uma série, com todas as falhas que eventualmente as teorias apresentadas possam ter, levanta o véu sobre esta temática tão interessante. Por outro lado, as personagens dos criminalistas são elas interessantes e convidativas, pelo que, sendo uma série em que cada episódio vale por si e tem a sua própria história, o enredo maior sobre aquela divisão e aquelas pessoas é ele próprio interessante. Acresce uma pequena particularidade que eu adoro, usa citações, umas mais conhecidas do que outras, sempre com referência de a quem pertencem.    

Mais informações no IMDB

 

 Por hoje é tudo! Partilhem connosco as vossas séries favoritas!

 

R.

31
Jul18

Nenuco Real

quatro de treta e um bebé

WhatsApp Image 2018-07-27 at 20.44.22.jpeg

Desde cedo que todos enalteciam em mim o ar maternal.
Contam os "meus" que tratava os nenucos como se meus filhos fossem. Sentava-os à mesa, colocava-lhes babete, dava-lhes massa pelo único orifício que tinham, mudava-lhes a fralda. Quando tive varicela, eles também tiveram. Cuidei deles como cuidavam de mim.
Levava-os à praia, aplicava-lhes protector, não os expunha ao sol e levava-os ao mar, explicando-lhes que a bandeira estava amarela e que só poderiam molhar os pés!
Levava-os ao colo da minha mãe, dizendo "vai à avó"!
Passei pela gravidez colocando um balão debaixo dos meus vestidos.
Este era o meu mundo encantado...aquele que, apesar de embebido em fantasia, para mim, era o mais real de todos.
Adorava sentir que cuidava de alguém, que alguém dependia de mim, que alguém se confortava com o amor que lhes dava. Isso era ser mãe.
Já crescida, quando me perguntavam: e se te saísse o Euromilhões o que compravas? Eu respondia: nada. Era mãe de 4/5 filhos.
Hoje, tenho o NENUCO REAL.
A minha boneca preferida chegou, e é tão, tão bom. Melhor do que o que alguma vez projectei.
Ser mãe antes dos 30 era a minha meta. E aconteceu.
Hoje, com 29 anos, sinto que este ser tão pequenino chegou para dar sentido ao lado maternal que sempre esteve em mim tão evidente. Hoje com mais sentido. Hoje mais real. Hoje melhor.
A B. enche-me o coração e faz -me sentir outra pessoa. Mais completa, mais realizada e mais segura.

 

Bem-vinda B.

 

Com amor,

 

S.

31
Jul18

Bom dia e boas séries #1

quatro de treta e um bebé

Olá pessoas!

 

Aqui a viciada em séries não podia começar esta aventura sem que o primeiro post fosse um apanhado de algumas séries interessantes/não assim tão divertidas/talvez um bocadinho giras, mas que valem a pena ver este verão!

 

Ora bem, pelos meus cálculos (ou da app que tenho no telemóvel, sejamos sinceros) eu acompanho 104 séries, mais ou menos. Vá, não se passem já, dentro deste número estão aquelas que já acabaram ou foram canceladas ao longo dos anos e aquelas que eu ainda não comecei a ver mas quero muito ver (sim, está neste último grupo a Casa de Papel que ainda não vi mas está em lista de espera ou Narcos, que só vi um episódio, mas que sei que vou continuar). Apesar destas séries todas, não estejam a espera que vos sugira Game of Thrones, Breaking Bad, This Is Us ou outras séries em voga. Não vou sugerir porque, primeiro não vejo e depois, não tenho lá grande interesse em ver. Está bem que sou viciada em séries mas não vejo tudo e tenho  algum critério. O critério é o mais simples e básico de sempre, ser feliz. Ser feliz enquanto vejo uma série, é o mais importante. Gostar das personagens, importar-me com elas, querer saber mais sobre elas... O que me leva a outro problema, dificilmente, quando me apego a uma série sou capaz de a deixar. Aquela temporada até pode estar a ser um aborrecimento (enquanto as outras foram geniais, por exemplo), mas eu não a consigo deixar.. Faz-me confusão desistir das coisas e as séries não são excepção. Não, eu vejo a série até ao fim, quanto mais não seja para saber o que se vai passar com aquelas personagens, que já são um bocadinho minhas. (Sim, quando me cancelam uma série, só porque sim, sem a finalizarem, fico possessa!! Mas pronto, como calculam, logo outra vem e ocupa o seu lugar ahahah).

Continuando, hoje não vou falar de séries que adoro, e já acabaram, e que por já estarem completas, mereciam MUITO ser vistas, isso fica para outro post. Hoje vou só falar de séries que vejo nesta época, actualmente, e gosto muito.

 

 

Começo com o clássico, SUITS

 

Adoro de paixão esta série (ou não fosse eu advogada, claro que está, mas não é só isso). A série está muito bem feita, as personagens são geniais, prende-nos do início ao fim do episódio. A dinâmica Harvey and Mike, Harvey and Donna, Louis e qualquer outra personagem, é maravilhosa. No fim da sétima temporada o Mike e a Rachel saíram da série (como estão todos fartinhos de saber, não fosse ela a nova Duquesa de Sussex) mas começou ontem a oitava temporada e sei que vai ser óptima na mesma.

 

 

 

 QUEEN OF THE SOUTH

Comecei a ver esta série no ano passado e, em Junho deste ano estreou a sua 3ª temporada. É uma série baseada no livro homónimo de Arturo Pérez-Reverte e conta a história de Teresa Mendoza e todo o processo que ela e outras personagens seguem para derrubar o líder do trafico, que a obrigou a fugir para a América. É viciante esta série e muito bem feita. Com nomes como Alice Braga e Joaquim de Almeida. A não perder, mesmo.

 

 

 

 YOUNGER

É uma série de comédia-drama (eu, que não sou nada de comédias, adoro esta!) que acompanha Liza, uma mulher de 40 anos, divorciada, que tenta encontrar emprego na sua área, sem sucesso, devido à sua idade e ao facto de ter estado os últimos anos como dona de casa. Depois de ser elogiada por Josh, que lhe dá apenas 26 anos, ela decide fazer-se passar por alguém com pouco mais de 20 anos e assim conseguir o emprego de assistente editorial.

Cada episódio tem apenas 20 minutos, mas são super giros e divertidos. Conta já com 5 temporadas, cada uma com 12 episódios.

 

 

 

THE BOLD TYPE

Uma série que ainda só vai na segunda temporada, mas bastante promissora como série de verão. É leve, divertida, sem grandes dramas ou acontecimentos, mas entretém. Conta a história de três amigas que trabalham numa das mais importantes revistas de moda de Nova Iorque e o seu dia a dia para conseguirem realizar os seus sonhos, numa indústria que já de si é competitiva e põe qualquer pessoa à prova.

 

 

  

THE FOSTERS

Acabou este verão a série, os últimos três episódios foram ao ar no mês passado. Com 5 temporadas, é uma série que se pode dizer, familiar. Conta a vida de uma família americana pouco tradicional, composta por duas mães (Stef e Lina), o filho biológico de uma delas (Brandon) - a Stef e o ex-marido, seu colega de trabalho Mike -, dois gémeos latino-americanos adoptados (Mariana e Jesus), aos quais se juntam Callie e Jude, também dois irmãos, que serão por elas adoptados. Conta-nos os encontros e os desencontros da vida desta família e como com amor tudo se consegue.

 

 

 

THE ROYALS

Uma série um bocadinho maluquinha e pouco plausível, sobre uma realeza britânica nos tempos modernos.

 

 

 

IMPOSTERS

Esta é uma serie que, pelos vistos, acabou na sua segunda temporada. Eu ainda só vi a primeira, mas gostei muito. Conta-nos a história de uma “con artist” que casa com várias pessoas e foge com o dinheiro delas, até que estas se descobrem, juntam e decidem procura-la.

 

 

 

E, por hoje, ficamos por aqui.

Haverá posts sobre séries que vejo durante o ano, séries que já terminaram mas valem a pena ver, séries que estão no meu top de sempre, que são quase família. Mas haverá muito mais.

 

F.

 

Sobre mim

foto do autor

Pesquisar

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D