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quatro de treta e um bebé!

"Não me digam que concordam comigo! Quando as pessoas concordam comigo, tenho sempre a impressão de que estou errado." – Oscar Wilde

quatro de treta e um bebé!

"Não me digam que concordam comigo! Quando as pessoas concordam comigo, tenho sempre a impressão de que estou errado." – Oscar Wilde

14
Jun19

Uma escapadela para... #2

quatro de treta e um bebé

CHAVES.

 

Desta vez, a nossa escapadela mais recente levou-nos até Chaves, um destino que cumpre os nossos três fatores principais (acessibilidade da localização, preço e piscina) e uns outros tantos igualmente importantes (comida, basicamente).

 

Chegados a Chaves, adivinhem qual foi a primeira coisa que tratámos de riscar da lista. Isso mesmo, fomos comer, que é como quem diz devorar, um belo pastel de chaves.

 

Difícil será encontrar uma pastelaria sem pastéis de chaves, pelo que não têm necessariamente de ir a uma loja especializada ou sequer a uma loja apenas.

Nós optamos por visitar a D’Chaves, depois de alguma pesquisa no Dr. Google e considerando as críticas positivas, uma loja especializada em pastéis e fumeiro. Trata-se mesmo de uma loja, e não de uma pastelaria, pelo que não dispõe de mesas nem de local para comer no interior da loja. Contudo, podem aproveitar para dar um pequeno passeio e visitar os locais que abaixo recomendo, com o belo do pastel de chaves na mão.

 

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Para a nossa estadia, elegemos o Hotel Casino Chaves, essencialmente com base nos três requisitos que referi, assim como no quarto requisito, o pequeno-almoço.

 

Este moderno Hotel fica situado entre a cidade e a montanha, com boas vistas e tranquilidade, quartos grandes, bar, restaurante, spa e, naturalmente, duas piscinas.

 

 

A piscina exterior é linda, de borda infinita, olhos postos na montanha, bem sossegada. Claro que olhar para ela, admirá-la e molhar a ponta dos pés foi o máximo que eu fiz, contando que o J. se atirou de cabeça e saiu de lá a tremer de frio.

 

 

Já na parte interior, temos uma piscina, aquecida, felizmente, e uma zona com jacuzzi, sauna e banho turco.

 

 

Quer nas espreguiçadeiras, interiores e exteriores, quer na piscina ou no jacuzzi (muitas vezes no jacuzzi), cumprimos com êxito a missão de relaxar e aproveitar a companhia um do outro.

 

O Hotel tem ligação direta ao Casino, que dele faz parte integrante, pelo que aproveitámos para lhe prestar uma visita. Na primeira noite, aproveitámos apenas o voucher de uma bebida grátis num dos bares do casino que a estadia no hotel nos concedia. Na segunda e última noite, sucumbimos à instigação do Casino. Quem me conhece, sabe o quanto eu não suporto desperdiçar dinheiro, sensação nem minimamente mitigada pelo talão de prémio de 0,18 € que encontrámos abandonado no Casino e que, obviamente, levantámos, nem pela moeda de 1 € que apanhei no dia seguinte.

 

Focando agora no tema principal: a comida.

 

O Hotel serve um bom pequeno-almoço, variado, estando sempre a repor o que falta e a levantar os pratos finalizados. Como não podia deixar de ser, serve minis pastéis de chaves, pelo que, se a vossa preocupação for ir a Chaves e experimentar os famosos pastéis, não terão sequer de sair do hotel. Rapidamente entendemos que a massa folhada é uma grande paixão dos flavienses, marcando uma forte presença na mesa do pequeno-almoço, abalando qualquer capacidade de resistir a tal pecado.

 

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Optámos, como de costume, por jantar fora. Foi fácil de notar que Chaves é altamente prejudicial para qualquer dieta, com vários restaurantes muito aclamados e muito apreciados.

 

Numa destas duas noites, fomos conhecer o restaurante Carvalho, a conselho dos tios (mundialmente reconhecidos pelo seu conhecimento de comida), onde começámos por pecar com uma alheira como entrada e acabámos a degustar uma bela cabidela. Sem dúvida, recomendámos a quem passar por Chaves.

 

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Na segunda noite, visitámos a Taberna Benito. O restaurante estava cheio com grupos e os empregados notoriamente assoberbados e cansados, apesar de fazerem questão de demonstrar a sua simpatia. Já era tarde, pelo que optámos por esperar, e acabámos por ficar satisfeitos, apesar da espera, da demora do serviço e da confusão. Não aconselhamos a ir sem reserva, apesar de a pesquisa no Dr. Google demonstrar que esta azáfama é algo habitual. Quanto à comida, não temos qualquer queixa. Iniciamos com uma alheira, que já não comíamos há algum tempo, ou não fosse Chaves uma cidade conhecida pelo seu fumeiro, e terminámos com uma grande e saborosa posta à transmontana.

 

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Antes de deixar Chaves, voltámos à loja D’Chaves para comprar uns miminhos para a famelga, que tão pouco aprecia comida, e trouxemos pastéis, alheiras e sangueiras, um enchido bem típico da zona. Outro aspeto positivo desta loja é o facto de estar tão bem situada, sendo que daí podem aproveitar para visitar vários pontos turísticos.

 

Apesar de pequena, Chaves é uma cidade com encanto, pelo que vale a pena perder algum tempo, que não será muito, a visitá-la.

 

Nós visitámos a Torre de Menagem, rodeada de bonitos jardins cercados por muralhas, e de onde se pode desfrutar de uma vista agradável. Subimos à Torre pelo preço de 1 €, visitando o museu militar que se encontra instalado dentro da torre e aproveitando a vista do topo.

 

Ao redor, vale a pena dar um pequeno passeio a pé e admirar as varandas do centro histórico de Chaves, nomeadamente as da conhecida Rua Direita.

 

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Outro ponto turístico bem interessante, perto dos restaurantes que visitámos, é a ponte romana, também conhecida por ponte de Trajano, sobre o rio Tâmega.

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Demos ainda um salto ao Forte de São Francisco, já mais afastado, também cercado por bonitos jardins, e que alberga atualmente um hotel bastante interessante, bem como um típico e agradável restaurante.

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Por fim, não podíamos deixar de passar pelas Termas de Chaves e experimentar a água da chamada fonte do povo, que sai a cerca de 76º e terá propriedades terapêuticas. Para o efeito, são servidos copos desta água numa zona onde se pode aproveitar para sentar e relaxar. Não duvidando dos seus efeitos benéficos, diga-se que o sabor não será, à partida, um deles.

 

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À saída de Chaves e no caminho para o Porto, antes de ver a nossa seleção de futebol sair vitoriosa, aproveitámos para visitar também o Parque de Águas Salgadas, um verdadeiro hino à natureza de onde surgiu a nossa Água das Pedras. O parque é bastante aprazível para um pequeno passeio, mas não só, pois dispõe de um spa termal renovado por Siza Vieira, de Eco Houses inseridas na natureza, que oferecerão, com certeza, uma experiencia única, de uma piscina exterior, um bar e um restaurante, bem como outras comodidades. O nosso passeio foi breve, apenas para apreciar o espaço, todo o verde, o lago, e visitar uma das nascentes. Experimentámos a água dessa nascente, na fonte aí disponível onde, à semelhança do que acontece em Chaves, distribuem copos de forma gratuita, mas com um sabor bem distinto e gasificado.

 

 

Chegámos ao Porto bem relaxados, de barriga cheia e corpo maioritariamente constituído por massa folhada, os dedos ainda semi-enrugados de tanta piscina e jacuzzi, e sorriso na cara.

 

R.

 

Vejam a escapadela #1 aqui.

29
Nov18

Arouca e os Passadiços do Paiva

quatro de treta e um bebé

Passadiços do Paiva - Arouca  Natureza em Estado

Fonte: http://www.passadicosdopaiva.pt/

Arouca era uma vila pacata, no fim do mundo (na verdade é na cave do mundo), reduzida a uma rua a que chamam de avenida (não sei se chamam, mas quase que aposto!) e a um mosteiro. À volta disso é monte. E monte. E mais monte. Por lá, e depois de passar o enjoo da viagem (o qual não se consegue evitar com tanta curva e contracurva) conseguia-se comer uma das melhores carnes de vaca e saborear vários doces conventuais de deixar água na boca. Até que um dia, alguém astuto, decidiu alargar horizontes e criar um passadiço, que liga 3 praias fluviais ao longo do Rio Paiva, a que se deu o nome de "Passadiços do Paiva". E descobriu a galinha dos ovos de ouro.

 

Se valia a pena ir a Arouca pela carne e pelos doces, agora vale também pelos passadiços. E se der para juntar tudo, tanto melhor.

 

Aconselho, seriamente, a passar um dia lá. Chegar cedo. Fazer os 8 quilómetros do Passadiço. Ir almoçar a famosa carne de vaca arouquesa. Regressar aos passadiços. Fazer os 8 quilómetros em sentido contrário, para desgastar o almoço. E terminar o dia com o pão de ló de Arouca, os charutos ou as castanhas doces.

 

Fiz os "Passadiços do Paiva" há já alguns anos, mas continua a ser um destino atual. A ideia passava por um domingo diferente, entre amigos, com fotos, mergulhos e boa comida. Mas Arouca e os passadiços surpreenderam.

Partimos do Porto num domingo de manhã. O objetivo era estar em Arouca às 9h30, evitando assim a hora de maior calor. Levamos dois carros, para que fosse possível deixar um em cada ponta dos passadiços, podendo fazer o regresso ao ponto de partida de carro.

 

Como bons portugueses que somos chegamos a Arouca por volta as 11h.

 

Nota: Aconselho a chegar realmente cedo, porque fazer o percurso na hora de maior calor pode tornar-se insuportável, não permitindo usufruir verdadeiramente de tudo que os Passadiços tem para nos dar.

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Começamos o percurso na praia fluvial de Espiunca. As paisagens são fenomenais. Por esse motivo, demoramos cerca de uma hora a fazer menos de 3 km (a indicação dos km está ao longo de todo o percurso). Temos fotos de tudo, de cada esquina, de cada paisagem que nos cativou (e cativaram-nos todas).

Alertados pelas horas, e pelo calor que se fazia sentir, aceleramos passo até à Praia Fluvial do Vau.

Chegamos à ponte suspensa. E para esquecer as vertigens é colocar-nos no centro dela desfrutando da paisagem que nos permite contemplar.

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Ao longo do percurso podemos ver a Cascata das Aguieiras e a Garganta do Paiva. Subimos as escadas que ainda hoje não consigo qualificar.

Por fim, chegamos à Praia Fluvial de Areinho.

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Depois de um mergulho que "soube por vidas", seguimos caminho para o restaurante. Fomos à famosa carne arouquesa, que, uma vez mais, não desiludiu.

 

Nota: Não há fotos de comida, não consigo, é mais forte do que eu começar logo a comer. 

 

Após um almoço de domingo demorado, voltamos aos passadiços. Exatamente ao mesmo ponto onde tínhamos ficado.Mais uma vez como bons portugueses que somos, desfrutamos uma cesta e demos mais uns mergulhos na Praia Fluvial de Areinho.

Não estava nos planos fazer o percurso de volta a pé. Mas à ultima hora decidimos que assim seria. Fizemos o caminho de volta já com o pôr do sol. E se o percurso com plena luz do sol é lindo, com o pôr do sol ganha ainda mais beleza.

Atualmente, trabalham na construção de uma outra ponte suspensa - envidraçada. Voltarei, com toda a certeza, assim que a ponte estiver aberta ao publico.

M.

 

P.S. Para quem estiver a pensar fazer o percurso, relembro que hoje é necessário fazer reserva, e tem um custo de 1€/pessoa.

16
Out18

Ver(de) México.

quatro de treta e um bebé

Há escolhas que fazem dias valer a pena.

 

E o dia em que, numa viagem ao México, decidimos abdicar das típicas excursões, alugar um carro e ir “por aí”, à procura dos sítios que pretendíamos visitar, foi "A" escolha que valeu mais do que a pena. É graças a essa escolha que pretendo voltar ao México. Que vou voltar ao México! Quando as viagens para lá forem mais rápidas. Ou quando descobrir o segredo para passar 10 horas dentro de um avião sem me querer atirar pela janela ao fim de 4 horas.

 

Há já alguns anos que não abdico da semana de férias em  outubro, em algum lugar do mundo que me consiga dar sol, calor, praia e pulseirinha no pé. Onde me limito simplesmente a existir. Mas o México, “obrigava-me” a tirar uns dias de férias do “só existir”.

 

Foram-nos apresentadas várias excursões. Todas elas com algo em comum: pareciam ser demasiado chatas. Muitas horas dentro de um autocarro, que nos tentavam vender como a melhor coisa do mundo (tinham wifi gratuito e ar condicionado. Além disso viajavam pela autoestrada (imagine-se!), logo o caminho fazer-se-ia muito mais rápido). Não sou fã de excursões. Nunca fui. Não consigo gostar.

Decidimos alugar um carro, ir sem horas, parar onde nos apetecesse e voltar quando e assim que entendêssemos. Não tínhamos wifi gratuito a viagem toda, é certo. Mas viajávamos pela autoestrada e chegaríamos ainda mais rápido. E também tínhamos ar condicionado. O maravilhoso ar condicionado! Diria que se não é a melhor invenção do mundo, deve andar lá perto. Ficamos na Península de Yucatan! O clima é quente. Muito quente. E húmido. Demasiado húmido. Quente OK. Húmido NOT OK. Por isso, nada melhor que o ar condicionado. Se fosse possível apanhar sol com ar condicionado tê-lo-ia feito. Aliás, fica a sugestão para os inventores de tudo, os quais muito prezo (vénia).

 

Conduzir no México é o oito ou o oitenta.

Nas cidades é um salve-se quem puder. Há imenso trânsito. Há cruzamentos em todo o lado. Não há a regra da cedência à direita. Podes passar nos semáforos de cor vermelha se vires que não vem ninguém do outro lado. O mais importante, no meio disto tudo, é não bater! Não bati e ninguém me bateu. Correu bem.

Por sua vez, nas autoestradas não se passa nada. Praticamente não há trânsito (são pagas e por esse motivo os locais evitam-nas), algumas só têm uma faixa em cada sentido onde é possível inverter a marcha a qualquer momento. São retas, sem fim. Não há curvas ou altos e baixos. Apenas se vêem duas faixas da estrada e o verde a delimitar as vias.

 

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Se pretendem visitar a Península de Yucatan, aconselho o aluguer do carro num rentcar fora do hotel. É muito mais barato e super prático: é possível alugar um carro por 20 euros/dia e a gasolina encontra-se, neste momento, a menos de 1 euro/litro.

 

Como o típico turista que se atira para a estrada à procura de algo que não sabe bem o quê, enganamo-nos na saída da autoestrada. Chateados porque aquele desvio implicava, pelo menos, mais 30 minutos de caminho, dirigimo-nos à saída mais próxima, onde nos perguntam, nos pórticos, para onde queremos ir (em algumas autoestradas o valor depende do destino para onde vamos a seguir ao pórtico – e ninguém confirma se efetivamente vais para lá). À resposta Chichen-Itza, o senhor (ironicamente muito simpático) ri-se, manda-nos voltar para trás, fazer inversão de marcha e sair na saída correta (aquela onde deveria ter saído se não me tivesse enganado).

Oi?? Posso? Como assim, fazer inversão de marcha nos pórticos da portagem? Bem, é possível e recorrente! E eu a-do-rei.

 

Visitamos a cidade de Chichen-Itza. Tiramos fotos junto de uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo, o Templo de Kukulcán. Passamos pelas Coluna do Templo dos Mil Guerreiros e pelo Templo das Pequenas Mesas. Visitamos o Mercado e a Plataforma de Vénus.

 

Entrada: cerca de 12 euros.

Horário de funcionamento: diariamente das 9h às 17h (só é possível entrar até as 16h30).

Estacionamento: cerca de 1,40 euros. Mas é possível estacionar nas bermas da via de acesso, de forma gratuíta.

 

Visitamos Valladolid, onde a maior atração é a arquitetura colonial, influenciada pelos colonizadores espanhóis. Fazer o percurso de carro permitiu-nos passar por várias aldeias. Ver como se vivia por ali. Conhecer aquilo que chamam de restaurantes ou supermercados. Foi-nos possível ver que nas bermas da estrada estava sempre algo à venda. À espera que um turista qualquer que por lá passasse decidisse parar.

 

Seguimos até Cobá. A grande atração era poder subir a pirâmide de Nohoch Mul ou o “Castillo”, com 42 metros de altura. A única onde isso era permitido. E vale tanto mas tanto a pena. Nenhuma fotografia é capaz de mostrar o quão lindo é estar lá em cima. E repito: vale tanto, mas tanto a pena. Caí a descer. Só para testar a aderência das escadas. É péssima. Não testem.

Entrada: cerca de 3,20 euros.

Horário de Funcionamento: diariamente das 8h às 17h (só é possível entrar até as 16h30).

Estacionamento: cerca de 2,30 euros.

 

Tulum é uma outra cidade maya. As ruínas de Tulum situam-se na costa do Mar do Caribe. De lá é possível contemplar aquelas águas azuis. É possível visitar o Castelo, o Templo do Deus Descendente, o Templo dos Afrescos e a praia.

 

Entrada: cerca de 3,20 euros.

Horário de Funcionamento: diariamente das 8h às 17h (só é possível entrar até as 16h30).

Estacionamento: É possível estacionar em locais gratuítos.

 

É ainda possível visitar os cenotes e dispõe de diversos parques temáticos. Se for necessário escolher um sítio onde é possível fazer tudo: é no México, mais concretamente na Península de Yucatan, com toda a certeza.

 

O México é lindo. E conquistou-me. Hei-de voltar, para fazer tudo aquilo que não fiz. Quando as viagens forem mais rápidas. Ou quando, finalmente, tenha encontrado uma solução para aguentar 10 horas de voo sem me querer atirar pela janela fora... ao fim de 4 horas.

 

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M.

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