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quatro de treta e um bebé!

"Não me digam que concordam comigo! Quando as pessoas concordam comigo, tenho sempre a impressão de que estou errado." – Oscar Wilde

quatro de treta e um bebé!

"Não me digam que concordam comigo! Quando as pessoas concordam comigo, tenho sempre a impressão de que estou errado." – Oscar Wilde

14
Jun19

Uma escapadela para... #2

quatro de treta e um bebé

CHAVES.

 

Desta vez, a nossa escapadela mais recente levou-nos até Chaves, um destino que cumpre os nossos três fatores principais (acessibilidade da localização, preço e piscina) e uns outros tantos igualmente importantes (comida, basicamente).

 

Chegados a Chaves, adivinhem qual foi a primeira coisa que tratámos de riscar da lista. Isso mesmo, fomos comer, que é como quem diz devorar, um belo pastel de chaves.

 

Difícil será encontrar uma pastelaria sem pastéis de chaves, pelo que não têm necessariamente de ir a uma loja especializada ou sequer a uma loja apenas.

Nós optamos por visitar a D’Chaves, depois de alguma pesquisa no Dr. Google e considerando as críticas positivas, uma loja especializada em pastéis e fumeiro. Trata-se mesmo de uma loja, e não de uma pastelaria, pelo que não dispõe de mesas nem de local para comer no interior da loja. Contudo, podem aproveitar para dar um pequeno passeio e visitar os locais que abaixo recomendo, com o belo do pastel de chaves na mão.

 

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Para a nossa estadia, elegemos o Hotel Casino Chaves, essencialmente com base nos três requisitos que referi, assim como no quarto requisito, o pequeno-almoço.

 

Este moderno Hotel fica situado entre a cidade e a montanha, com boas vistas e tranquilidade, quartos grandes, bar, restaurante, spa e, naturalmente, duas piscinas.

 

 

A piscina exterior é linda, de borda infinita, olhos postos na montanha, bem sossegada. Claro que olhar para ela, admirá-la e molhar a ponta dos pés foi o máximo que eu fiz, contando que o J. se atirou de cabeça e saiu de lá a tremer de frio.

 

 

Já na parte interior, temos uma piscina, aquecida, felizmente, e uma zona com jacuzzi, sauna e banho turco.

 

 

Quer nas espreguiçadeiras, interiores e exteriores, quer na piscina ou no jacuzzi (muitas vezes no jacuzzi), cumprimos com êxito a missão de relaxar e aproveitar a companhia um do outro.

 

O Hotel tem ligação direta ao Casino, que dele faz parte integrante, pelo que aproveitámos para lhe prestar uma visita. Na primeira noite, aproveitámos apenas o voucher de uma bebida grátis num dos bares do casino que a estadia no hotel nos concedia. Na segunda e última noite, sucumbimos à instigação do Casino. Quem me conhece, sabe o quanto eu não suporto desperdiçar dinheiro, sensação nem minimamente mitigada pelo talão de prémio de 0,18 € que encontrámos abandonado no Casino e que, obviamente, levantámos, nem pela moeda de 1 € que apanhei no dia seguinte.

 

Focando agora no tema principal: a comida.

 

O Hotel serve um bom pequeno-almoço, variado, estando sempre a repor o que falta e a levantar os pratos finalizados. Como não podia deixar de ser, serve minis pastéis de chaves, pelo que, se a vossa preocupação for ir a Chaves e experimentar os famosos pastéis, não terão sequer de sair do hotel. Rapidamente entendemos que a massa folhada é uma grande paixão dos flavienses, marcando uma forte presença na mesa do pequeno-almoço, abalando qualquer capacidade de resistir a tal pecado.

 

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Optámos, como de costume, por jantar fora. Foi fácil de notar que Chaves é altamente prejudicial para qualquer dieta, com vários restaurantes muito aclamados e muito apreciados.

 

Numa destas duas noites, fomos conhecer o restaurante Carvalho, a conselho dos tios (mundialmente reconhecidos pelo seu conhecimento de comida), onde começámos por pecar com uma alheira como entrada e acabámos a degustar uma bela cabidela. Sem dúvida, recomendámos a quem passar por Chaves.

 

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Na segunda noite, visitámos a Taberna Benito. O restaurante estava cheio com grupos e os empregados notoriamente assoberbados e cansados, apesar de fazerem questão de demonstrar a sua simpatia. Já era tarde, pelo que optámos por esperar, e acabámos por ficar satisfeitos, apesar da espera, da demora do serviço e da confusão. Não aconselhamos a ir sem reserva, apesar de a pesquisa no Dr. Google demonstrar que esta azáfama é algo habitual. Quanto à comida, não temos qualquer queixa. Iniciamos com uma alheira, que já não comíamos há algum tempo, ou não fosse Chaves uma cidade conhecida pelo seu fumeiro, e terminámos com uma grande e saborosa posta à transmontana.

 

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Antes de deixar Chaves, voltámos à loja D’Chaves para comprar uns miminhos para a famelga, que tão pouco aprecia comida, e trouxemos pastéis, alheiras e sangueiras, um enchido bem típico da zona. Outro aspeto positivo desta loja é o facto de estar tão bem situada, sendo que daí podem aproveitar para visitar vários pontos turísticos.

 

Apesar de pequena, Chaves é uma cidade com encanto, pelo que vale a pena perder algum tempo, que não será muito, a visitá-la.

 

Nós visitámos a Torre de Menagem, rodeada de bonitos jardins cercados por muralhas, e de onde se pode desfrutar de uma vista agradável. Subimos à Torre pelo preço de 1 €, visitando o museu militar que se encontra instalado dentro da torre e aproveitando a vista do topo.

 

Ao redor, vale a pena dar um pequeno passeio a pé e admirar as varandas do centro histórico de Chaves, nomeadamente as da conhecida Rua Direita.

 

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Outro ponto turístico bem interessante, perto dos restaurantes que visitámos, é a ponte romana, também conhecida por ponte de Trajano, sobre o rio Tâmega.

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Demos ainda um salto ao Forte de São Francisco, já mais afastado, também cercado por bonitos jardins, e que alberga atualmente um hotel bastante interessante, bem como um típico e agradável restaurante.

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Por fim, não podíamos deixar de passar pelas Termas de Chaves e experimentar a água da chamada fonte do povo, que sai a cerca de 76º e terá propriedades terapêuticas. Para o efeito, são servidos copos desta água numa zona onde se pode aproveitar para sentar e relaxar. Não duvidando dos seus efeitos benéficos, diga-se que o sabor não será, à partida, um deles.

 

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À saída de Chaves e no caminho para o Porto, antes de ver a nossa seleção de futebol sair vitoriosa, aproveitámos para visitar também o Parque de Águas Salgadas, um verdadeiro hino à natureza de onde surgiu a nossa Água das Pedras. O parque é bastante aprazível para um pequeno passeio, mas não só, pois dispõe de um spa termal renovado por Siza Vieira, de Eco Houses inseridas na natureza, que oferecerão, com certeza, uma experiencia única, de uma piscina exterior, um bar e um restaurante, bem como outras comodidades. O nosso passeio foi breve, apenas para apreciar o espaço, todo o verde, o lago, e visitar uma das nascentes. Experimentámos a água dessa nascente, na fonte aí disponível onde, à semelhança do que acontece em Chaves, distribuem copos de forma gratuita, mas com um sabor bem distinto e gasificado.

 

 

Chegámos ao Porto bem relaxados, de barriga cheia e corpo maioritariamente constituído por massa folhada, os dedos ainda semi-enrugados de tanta piscina e jacuzzi, e sorriso na cara.

 

R.

 

Vejam a escapadela #1 aqui.

29
Nov18

Arouca e os Passadiços do Paiva

quatro de treta e um bebé

Passadiços do Paiva - Arouca  Natureza em Estado

Fonte: http://www.passadicosdopaiva.pt/

Arouca era uma vila pacata, no fim do mundo (na verdade é na cave do mundo), reduzida a uma rua a que chamam de avenida (não sei se chamam, mas quase que aposto!) e a um mosteiro. À volta disso é monte. E monte. E mais monte. Por lá, e depois de passar o enjoo da viagem (o qual não se consegue evitar com tanta curva e contracurva) conseguia-se comer uma das melhores carnes de vaca e saborear vários doces conventuais de deixar água na boca. Até que um dia, alguém astuto, decidiu alargar horizontes e criar um passadiço, que liga 3 praias fluviais ao longo do Rio Paiva, a que se deu o nome de "Passadiços do Paiva". E descobriu a galinha dos ovos de ouro.

 

Se valia a pena ir a Arouca pela carne e pelos doces, agora vale também pelos passadiços. E se der para juntar tudo, tanto melhor.

 

Aconselho, seriamente, a passar um dia lá. Chegar cedo. Fazer os 8 quilómetros do Passadiço. Ir almoçar a famosa carne de vaca arouquesa. Regressar aos passadiços. Fazer os 8 quilómetros em sentido contrário, para desgastar o almoço. E terminar o dia com o pão de ló de Arouca, os charutos ou as castanhas doces.

 

Fiz os "Passadiços do Paiva" há já alguns anos, mas continua a ser um destino atual. A ideia passava por um domingo diferente, entre amigos, com fotos, mergulhos e boa comida. Mas Arouca e os passadiços surpreenderam.

Partimos do Porto num domingo de manhã. O objetivo era estar em Arouca às 9h30, evitando assim a hora de maior calor. Levamos dois carros, para que fosse possível deixar um em cada ponta dos passadiços, podendo fazer o regresso ao ponto de partida de carro.

 

Como bons portugueses que somos chegamos a Arouca por volta as 11h.

 

Nota: Aconselho a chegar realmente cedo, porque fazer o percurso na hora de maior calor pode tornar-se insuportável, não permitindo usufruir verdadeiramente de tudo que os Passadiços tem para nos dar.

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Começamos o percurso na praia fluvial de Espiunca. As paisagens são fenomenais. Por esse motivo, demoramos cerca de uma hora a fazer menos de 3 km (a indicação dos km está ao longo de todo o percurso). Temos fotos de tudo, de cada esquina, de cada paisagem que nos cativou (e cativaram-nos todas).

Alertados pelas horas, e pelo calor que se fazia sentir, aceleramos passo até à Praia Fluvial do Vau.

Chegamos à ponte suspensa. E para esquecer as vertigens é colocar-nos no centro dela desfrutando da paisagem que nos permite contemplar.

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Ao longo do percurso podemos ver a Cascata das Aguieiras e a Garganta do Paiva. Subimos as escadas que ainda hoje não consigo qualificar.

Por fim, chegamos à Praia Fluvial de Areinho.

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Depois de um mergulho que "soube por vidas", seguimos caminho para o restaurante. Fomos à famosa carne arouquesa, que, uma vez mais, não desiludiu.

 

Nota: Não há fotos de comida, não consigo, é mais forte do que eu começar logo a comer. 

 

Após um almoço de domingo demorado, voltamos aos passadiços. Exatamente ao mesmo ponto onde tínhamos ficado.Mais uma vez como bons portugueses que somos, desfrutamos uma cesta e demos mais uns mergulhos na Praia Fluvial de Areinho.

Não estava nos planos fazer o percurso de volta a pé. Mas à ultima hora decidimos que assim seria. Fizemos o caminho de volta já com o pôr do sol. E se o percurso com plena luz do sol é lindo, com o pôr do sol ganha ainda mais beleza.

Atualmente, trabalham na construção de uma outra ponte suspensa - envidraçada. Voltarei, com toda a certeza, assim que a ponte estiver aberta ao publico.

M.

 

P.S. Para quem estiver a pensar fazer o percurso, relembro que hoje é necessário fazer reserva, e tem um custo de 1€/pessoa.

22
Out18

DUAS COLHERADAS E DUAS DE TRETA PELO MEIO, se possível!

quatro de treta e um bebé

 

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Poluição sonora. É isto. Falta de respeito e consciência social.
Chego a um restaurante. Sento-me. Chega o empregado. Pergunta uma, duas, três vezes... qualquer coisa que eu não entendo. Porque não ouço. Porque não consigo ler através dos lábios. E ele tenta, simpaticamente, alterar a voz.
Aos berros, pergunta se já escolhemos. Aos berros, eu peço-lhe para ele aguardar mais um pouco. E, aos berros, peço o meu menu.

Fico o jantar/almoço todo a, apenas, abanar a cabeça para quem me acompanha. Não falo. Não se fala.
Com o pouco que falo rebento com os decibéis e chego cá fora, no fim de tudo, rouca. Cheia de dores de cabeça e com vontade de ir para casa repousar. Um programa que seria agradável para descontrair quantas vezes acaba por ser um tormento?
Isto porque há sempre aquelas almas que se juntam em jantares de família para festejar os aniversários do avôzinho e fazem da sala do restaurante, a sala de sua casa. Melhor era impossível.
Crianças a correr pelas mesas, o 40° da mesa a falar com o 1° da outra ponta. A mãe a chamar a atenção aos miúdos. As adolescentes, histéricas, a comentar o “boy mais giro lá da escola”. Os bebés aos gritos - esses com desconto, claro. O avôzinho a perguntar 1001 vezes se já todos escolheram, enquanto vai soltando um “olhaaaaa, tu aí Mila, já escolheste mais o teu home?”. E repete o processo pela mesa toda.
Quando penso que tudo vai acalmar após os pedidos dos menus, eis que chega a comida, e lá anda esta para um lado e para o outro. “Prova aqui”, “prova ali”. Comida pelo ar, pelos mais novos, e mais uns quantos berros para chamar atenção.
No fim de tudo, pensamos “ufa, de barriguinha cheia já devem acalmar mais um bocadinho”. E vêm os Parabéns. Em tom BEM alto! Altíssimo, diria. Capaz de rebentar um qualquer tímpano. Até o mais calejado. E envolvem toda a sala do restaurante com palmas.
Depois lá vem - qual cereja no topo do bolo - o “e-fé-re -á” (https://youtu.be/fbs5jtESfz8)
E no fim ainda vêm as criancinhas com o “e que seja feliz, e que parta o nariz”.
Serei eu a intolerante?
Sugiro aos restaurantes que, após festejos destes, na continha que apresentam tragam logo a farmácia para ver se uma pessoa consegue fazer - de pé - o caminho até ao carro sem chamar o INEM. Exagero, não é!?
Até não é, sabem!? Porque isto a correr bem, anima a B. para fazermos ensaio para um concerto de techno music, assim que chega a casa.
Confesso que saio pouquíssimas vezes para jantar fora. Agora com a B., menos ainda e, apesar de ter cuidado, por vezes, ainda me deparo (como aconteceu este fim de semana) com situações destas.

Ufa! Haja paciência!!

Bons jantares/almoços, de preferência silenciosos.


S.

11
Out18

As melhores hamburguerias do Porto

quatro de treta e um bebé

Comer: sem dúvida, um dos meus passatempos favoritos!

 

Adoro comer. Durante todo o dia, há uma parte do meu cérebro cuja única ocupação é pensar em comida; o que comi, se já serão horas de lanchar, o que será que vou jantar, quando é que posso planear ir àquele restaurante.

Sorte a minha, o J. gosta tanto de comer quanto eu, pelo que a nossa ideia de um date perfeito tem sempre o mesmo ponto de partida: “e o que é que vamos comer?”.

Na verdade, já vos vim adiantando a minha obsessão por comida, pelo que isto não será propriamente uma surpresa! E, da mesma forma que adoro comer, adoro falar sobre comida e partilhar comida (excepto aquele último pedacinho; dar o último pedaço, a última fatia, ou, no cúmulo, aquele bocadinho que tínhamos guardado na ponta do prato para comer no final, é, sem dúvida, uma das maiores provas de amor possíveis!).

Sou assumidamente carnívora! Vou, contudo, tentar ter em atenção opções alternativas. A verdade é que não sou grande fã de pratos vegetarianos, que, normalmente, são acompanhados por coisas mais ou menos esquisitas (acho que é este o termo técnico) – vá, atirem-me lá com tomates e chamem-me ignorante, mas preferia que me indicassem bons pratos para mudar de opinião!

Sucede que, apesar de adorar comida, não gosto assim tanto de experimentar coisas novas (nem como se não souber o que é) e sou um pouco “esquisitinha” (a minha mãe e o J. estão a abanar fervorosa e afirmativamente a cabeça enquanto lêem, tenho a certeza!).

Quem conhece o Porto sabe que vivo num paraíso culinário. Não faltam opções, todos os meses abrem novos restaurantes, uns tradicionais, outros mais inovadores, espalhados por toda a cidade, mais novos e mais velhos, já conhecidos e por conhecer.

Voltando a focar no tema de hoje, vou juntar o melhor destas minhas duas paixões, a comida e o Porto, e aconselhar algumas das minhas escolhas de eleição.

Vamos começar pelo básico: hambúrgueres! Existem de todos os sabores, tamanhos e feitios; e quem não gosta?!

 

SANTO BURGA

Nascido em Leça da Palmeira, rejubilei quando abriu, no ano passado, bem perto de minha casa, esta maravilhosa hamburgueria!

O espaço é muito agradável, bem decorado, com uma cozinha aberta e funcionários prestáveis.

Para iniciar, uns incríveis rolinis (queijo cheddar enrolado em bacon crocante) e uns imperdíveis santinis (bolas de risotto, mozzarella e presunto serrano envolvidas em pão ralado acompanhado com molho burga). E pronto, já me estou a babar! Todos os hambúrgueres são acompanhados desse maravilhoso molho burga, e também de umas excelentes batatas fritas.

Como carnívora que sou, o bacon é a minha perdição, e, portanto, acabo sempre no mesmo hambúrguer: o santo bacon! 160gr de novilho, bacon grelhado, queijo cheddar, rúcula e tomate compõem a minha escolha. Há também opções sem carne e saladas, para quem é de saladas (ainda que eu não entenda esta opção!). Para acompanhar, servem uma boa sangria.

Têm também excelentes sobremesas: tarte de lima e hortelã, tarte de mousse de chocolate e delícia do burga; mas duvido que cheguem ao final com espaço para sobremesas!

O preço também é simpático, e saem de barriga bem cheia (um pouco mais caro se beberem sangria)!

Pontos principais: as deliciosas entradas de perder a cabeça e um grande ecrã, excelente para ver jogos de futebol.

 

📷 Tiradas por mim.

Morada: Rua de Egas Moniz 500, 4050-235 Porto

Site: https://www.facebook.com/santoburgaporto/

Preço médio: 9 €

 

PEEBZ

Situado na foz, mesmo em frente à marginal, este restaurante ganha pontos pela possibilidade de um passeio pós-jantar para derreter as calorias que acabamos de ingerir (e, acreditem, vão precisar!).

Como pontos menos positivos, nem sempre é fácil arranjar estacionamento em frente ao restaurante, e o mesmo costuma estar cheio, pelo que é recomendável marcar! Aproveitem e, se estiver bom tempo, marquem para uma das mesas no exterior, que é um espaço muito agradável.

Têm a opção de escolher no pão ou no prato, e alerto que, especialmente com pão, as porções são fartas. Escolho o clássico cogumelos e bacon, acompanhado das deliciosas batatas, que são um dos pontos fortes deste restaurante! Têm também opções sem carne e saladas.

Pontos principais: a localização e as deliciosas batatas fritas.

 

📷 Tiradas do site.

Morada: Rua da Sra. da Luz 448, 4150-274 Porto

Site: https://www.facebook.com/restaurantepeebz/

Preço médio: 10 €

 

MUNCHIE

Um clássico da baixa do Porto. Desta lista, é sem dúvida aquele a que já fui mais vezes. Está aberto no Food Corner da Rua do Ateneu Comercial e noutros locais, mas costumo ir ao que se situa na praça D. Filipa de Lencastre. Da ementa constam os sete pecados (picados, como são aqui denominados) mortais, e a minha escolha é, sem surpresa, a Gula: um hambúrguer de carne de vaca recheado com cheddar, alface, tomate e (guess what) bacon. Têm também o hambúrguer do dia, que é ainda mais barato do que os da lista, e igualmente bom e diversificado. Está no local perfeito para quem vai às compras, dar um passeio, ver uma peça de teatro, tomar um café com amigos ou beber um copo às galerias e, de repente, lhe dá aquela fome. Graças ao seu horário (aberto até à meia noite), já lá fui parar esfomeada por muitas vezes, e fico sempre agradada com esta hamburgueria que está ali à mão. A qualidade é excelente, mas as doses são mais pequenas, ou seja, ao contrário dos dois acima, não vão sair deste restaurante a rebolar.

Pontos principais: a localização, no centro de zonas de passeio, cultura e diversão noturna, o preço, provavelmente o mais baixo da lista, e o horário.

📷 Tiradas do site.

Morada: Praça D. Filipa de Lencastre 177, 4000-407 Porto

Site: https://www.facebook.com/MunchieBK/

Preço médio: 8 €

 

TASQUINHA DO CACO

Como o nome indica, este restaurante serve um excelente hambúrguer em bolo do caco, mas tem outras opções de pão, incluindo sem glúten.

Para acompanhar, servem batata frita, batata-doce frita e (drum roll) noisettes. Só de falar nisto, já estou com vontade de pegar no carro e ir até lá pedir uma dose de batatas. Adoro noisettes! Ainda por cima, é algo que como muito raramente, e que nunca vi servir noutro restaurante, para mais hamburgueria, pelo que este é um grande ponto positivo. O que ganha nas batatas, perde nos hambúrgueres, que, apesar do pão delicioso, não são assim tão marcantes.

Têm também opções sem carne e saladas.

Pontos principais: as noisettes (óbvio) e o pão de bolo do caco.

📷 Tiradas do site.

Morada: Passeio de São Lázaro 51, 4000-175 Porto

Site: http://www.tasquinhadocaco.pt

Preço médio: 10 €

 

STEAK’N’SHAKE

É impossível não ver este grande edifício, na baixa do Porto, presenteado com um mural colorido da artista Joana Vasconcelos. Por dentro, o espaço não parece tão amplo, especialmente pela forma de fazer o pedido: uma fila, que vai existir quase de certeza, para fazer o pedido e o pagamento, sendo que no momento do pedido levamos as bebidas e um buzzer para a mesa. O hambúrguer, esse é levado à mesa, graças ao sistema de localização embutido nos buzzers. Enquanto estamos na fila para fazer o pedido, podemos ver os hambúrgueres a ser cozinhados, o que é um ponto positivo que se pode tornar bastante doloroso, para quem estiver cheio de fome! A minha escolha recai sobre o Royale, um duplo steakburguer com ovo estrelado, bacon, queijo americano, alface, tomate e maionese. Os hambúrgueres não são particularmente especiais nem memoráveis, especialmente por não terem nenhum molho distinto, mas apenas ketchup e maionese, o que os torna um pouco banais. O que faz com que valha a pena visitar este restaurante são as batatas, e acreditem que vale mesmo a pena! Têm batatas fritas normais, com queijo, com queijo e bacon e condimentadas, que custam entre 1,90 € e 2,95 €, em tamanho médio ou grande. Quanto aos batidos, assumo que nunca provei, até porque associo mais esta bebida e lanches, e não tanto a acompanhar um hambúrguer. Serve apenas uma alternativa sem carne.     

Pontos principais: as batatas e a localização, em plena baixa do Porto.

📷 Tiradas por mim.

Morada: Praça de Guilherme Gomes Fernandes 67, 4050-159 Porto

Site: https://steaknshake.pt/

Preço médio: 9 €

 

HARD ROCK

Sou fã do Hard Rock já há alguns anos, do ambiente, da comida, do atendimento e do merchandise. Coleciono pins e essa paixão nasceu quando conheci os pins do Hard Rock, que me arrebataram. Sou fã, em geral, da cultura que o Hard Rock representa.

Nunca me vou esquecer da minha primeira visita ao Hard Rock, no Cairo, que estava vazio e completamente à nossa disposição. Lembro-me que me perdi ao olhar para aquelas paredes repletas de história. Também não posso esquecer a vez em que ficámos fechados dentro do Hard Rock de Londres porque havia um pacote suspeito na rua ao lado. Já conhecia o único em Portugal, o de Lisboa, e quando abriu no Porto fui, com grande curiosidade, visitar.

Confesso que não sou grande fã do espaço. Não se respira o ambiente de rock que acho que representa a marca. A loja é pequena e um pouco mal organizada. Ao invés de fazerem o espaço representar o rock e o ambiente típico de um Hard Rock, esforçaram-se a ter funcionários que transmitissem esse espírito, pelo menos na sua opinião, pelo que as pessoas que servem à mesa têm maioritariamente um aspeto semi-alternativo, e as raparigas ou têm saia muito curta, ou muitas tatuagens, ou ambos – e não, não acho que isso tenha relação direta com o espírito rock. Não me levem a mal, sei que estou a generalizar, mas preferia que tivessem investido na imagem do espaço mais do que na imagem dos profissionais. Também sei que já lá decorreram concertos mas ainda não tive oportunidade de assistir.

Mas vamos ao mais importante: o hambúrguer. Acertamos sempre com o original legendary burger, o clássico com bacon fumado, queijo cheddar, um aro de cebola frito, alface e tomate, disponível em qualquer Hard Rock. Cada espaço tem o seu local legendary, com ingredientes típicos do local onde se inserem.

Pontos principais: a localização, junto à Avenida dos Aliados, e a mítica do Hard Rock.

📷 Tiradas por mim.

Morada: Rua do Almada 120, 4050-031 Porto

Site: https://www.hardrock.com/cafes/porto/

Preço: 18 € 

 

Bom proveito!

R.

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